Ragu de linguiça da Rita Lobo

 

Que tal começar o final de semana hoje e já preparar um prato super especial? A San testou e aprovou o ragu de linguiça da Rita Lobo e esta é a nossa sugestão de receita da semana, para fugir do trivial. Vem ver o passo a passo:

Ingredientes:
1 kg de linguiça calabresa fresca
4 latas de tomate pelado em cubos
1 cenoura
1 talo de salsão ou 1/2 xícara de chá de salsão picado congelado
1 cebola
3 dentes de alho
1/2 xícara de chá de vinho tinto
1 xícara de chá de água
Azeite a gosto
1 folha de louro 1 ramo de manjericão sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Modo de fazer:
Retire a linguiça calabresa da geladeira e deixe em temperatura ambiente enquanto prepara os outros ingredientes – ela não pode estar gelada na hora de dourar.

Descasque e pique fino a cebola e os dentes de alho. Lave, descasque e passe a cenoura pela parte fina do ralador. Lave, descarte as folhas e corte o talo do salsão em cubinhos.

Com a ponta da faca, corte apenas a pele dos gomos de linguiça e descarte. Transfira a carne para uma tigela e desmanche-a em pedaços menores – se preferir, descarte os pedaços maiores de gordura.

Leve uma panela grande ao fogo médio. Quando aquecer, regue com 2 colheres de sopa de azeite e doure a carne da linguiça em etapas – se colocar tudo ao mesmo tempo ela cozinha no vapor em vez de dourar. Deixe dourar por cerca de 5 minutos, mexendo de vez em quando com a espátula para dourar por igual e poder partir a carne em pedaços menores. Transfira para uma tigela e doure o restante da carne, regando a panela com azeite a cada leva.

Mantenha a panela em fogo médio, regue com mais 2 colheres de sopa de azeite e junte a cebola. Tempere com uma pitada de sal e refogue por 2 minutos até murchar. Acrescente a cenoura e o salsão e refogue por mais 3 minutos, raspando bem o fundo da panela para dissolver os queimadinhos. Junte o alho, o louro e mexa por apenas 1 minuto para perfumar.

Volte a linguiça para a panela, regue com o vinho e misture bem. Deixe cozinhar até secar. Adicione o tomate pelado (com o líquido), regue com a água e misture bem. Tempere com sal e pimenta a gosto – cuidado, pois a linguiça já é salgada – e deixe cozinhar em fogo alto até ferver. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por mais 1 hora com a tampa entreaberta, até o molho encorpar (para deixar cozinhando por 1 hora, a San precisou colocar um pouco de água para não queimar a comida) – nos últimos 10 minutos de cozimento, acrescente o manjericão para dar sabor ao molho. Prove e ajuste o sal, sirva a seguir.

A San optou por servir com purê de mandioquinha e finalizou com queijo ralado. Olha que delícia 🙂

E aí, o que achou desta receita? Conta pra gente 🙂

    APAE inicia venda de produtos natalinos

     

    Para quem está pensando em opções para a ceia de Natal, que tal fazer algo diferente e ainda ajudar uma instituição?

    A Divina Dieta, linha de produtos da APAE de São Paulo, promove a venda de exclusividades natalinas. O cardápio traz produtos específicos para pessoas com restrições alimentares e, para este ano, os dois destaques são o bife à parmegiana, que agora vem com queijo vegano e o panetone recheado com brigadeiro. Todos os alimentos têm baixo teor de proteínas, são isentos de glúten, leite, ovos e produtos de origem animal, além do que são produzidos com o mais rigoroso controle de qualidade.

    Tudo é elaborado por uma equipe técnica especializada e o consumo é indicado para crianças e adultos com doenças metabólicas que, se não tratadas, podem levar à Deficiência Intelectual. Além disso, pessoas que possuem intolerância à lactose, alergia à proteína do leite de vaca, doença celíaca, vegetarianos e veganos podem se beneficiar. Os preços variam de R$ 7,50 a R$ 14,50.

    Os produtos podem ser adquiridos na loja física da Divina Dieta, localizada na sede da APAE de São Paulo ~ na Rua Loefgren, 2109 – Vila Clementino ~, em estabelecimentos parceiros ou pelo telefone (11) 5080-7070.

    Cardápio:

    Ravioli de Palmito (200g por embalagem) – R$ 11,30
    Bife à Parmegiana com Queijo Vegano (85g) – R$ 8,00
    Crepe de Chocolate (75g) – R$ 8,00
    Torta de Escarola (01 unidade – 85g) – R$ 7,50
    Panqueca de Abobrinha e Queijo Vegano (2 unidades – 200g) – R$ 14,50
    Panetone (01 unidade – 150g) – R$ 10,50
    Panetone de Chocolate (01 unidade – 130g) – R$ 10,50
    Surpresa de Pêssego (01 unidade – 210g) – R$ 14,50
    Papai Noel de Chocolate Petro (120g) – R$ 7,50
    Papai Noel de Chocolate Branco (120g) – R$ 7,50
    Panetone recheado de brigadeiro – R$ 11,50

    Que tal pensar em opções diferentes e deliciosas para a sua ceia de Natal? 🙂

    Sobre a APAE DE SÃO PAULO

    A APAE DE SÃO PAULO é uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, que há 55 anos, promove o diagnóstico, a prevenção e a inclusão da pessoa com Deficiência Intelectual, produzindo e difundindo conhecimento. Atua desde o nascimento ao processo de envelhecimento, propiciando o desenvolvimento de habilidades e potencialidades que favoreçam a escolaridade e o emprego apoiado, além de oferecer assessoria jurídica às famílias acerca dos direitos das pessoas com Deficiência Intelectual. Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil e credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal, o Laboratório APAE DE SÃO PAULO é o maior da América Latina em exames realizados. Por meio do Instituto APAE DE SÃO PAULO, a Organização gera e dissemina conhecimento científico sobre Deficiência Intelectual com pesquisas e cursos de formação. Para colaborar, os interessados podem ligar para: 11-5080-7000, acessar www.apaesp.org.br ou enviar e-mail para atendimento@apaesp.org.br.

      Vídeo: Cajón del Maipo e Embase el Yeso

       

      Este capítulo da viagem ao Chile vai ser um pouquinho diferente: vamos contar os detalhes em vídeo. Isso mesmo! Fizemos um vlog super especial para mostrar a nossa aventura para Cajón del Maipo e Embase el Yeso. Aperta o play aqui:

      A menos de 20km da capital Santiago (e a cerca de 1h30 de viagem devido à estrada ser bem estreita), a região de Cajón del Maipo e Embase el Yeso vale a pena ser visitada! Contratamos um tour no Mercado Central de Santiago e saímos logo cedo em direção a Embase el Yeso. Nosso passeio começou em San José de Maipo, uma aldeia pequena fundada em 1792. Lá, fizemos uma pequena pausa para tomar um café e seguimos viagem em direção ao destino final. Então, seguimos até o reservatório El Yeso, localizado a 2.500 metros acima do nível do mar, e a principal reserva de água de Santiago. A paisagem é de tirar o fôlego. Literalmente.

      O serviço de tour que contratamos não seguia viagem até o destino final… fomos de ônibus, que não subia até o topo da montanha em Yeso. Ou seja, tivemos que ir caminhando. Apesar da paisagem maravilhosa, foi bem cansativo: tivemos que subir cerca de 4km a pé a 5.000 metros de altitude! Ainda bem que não estava tão frio e que já era primavera. É importante saber: antes de ir, veja as condições climáticas pois durante o período de neve, a caminhada se torna ainda mais difícil e perigosa.

      Claro que a caminhada valeu a pena. Cheguei cansada, mas a paisagem é maravilhosa em uma vista surreal: mistura de montanha, neve e lago em cores lindas. Mas acredito que poderia ter sido melhor. Quando chegamos ao topo da montanha, vimos várias vans que levaram seus passageiros até lá, com água, comida e vinho (snif!).

      Nós fizemos nosso lanche apenas na volta, depois de descer mais 4km a pé. Pelo menos na descida foi um pouco menos cansativa.

      Contratamos a empresa chamada Turistik ~ por 50 mil pesos, ou cerca de 250 reais, que nos levou até as montanhas. Vale a pena pesquisar as empresas que fazem este passeio antes de fechar. Com deixamos para definir este passeio na hora, faltaram opções para uma busca melhor. Fica a dica: pesquise e pergunte muito!

      Vá com roupas confortáveis e leve com você sempre uma garrafa de água. Apesar da aventura ~ e de alguns perrengues ~, este é um passeio imperdível, que nos proporciona fotos maravilhosas em uma paisagem tranquila e silenciosa.

      Conte o que achou do passeio e do nosso vlog! 🙂

        Descobrindo a lenda do Casillero del Diablo

         

        Para quem amou o post anterior sobre a minha visita à vinícola Concha y Toro, hoje tem mais! Depois de conhecer as uvas, o casarão de Don Melchor e fazer duas degustações, seguimos para um dos pontos mais legais do passeio: conhecer de pertinho a lenda do Casillero del Diablo.

        Fomos até a adega original da lenda de Don Melchor, que foi feita em meados do século XIX. Atualmente, a adega é um patrimônio arquitetônico da vinícola. Ela foi construída à base de tijolos assentados com uma técnica conhecida como cal e canto (mistura de areia, cal e clara de ovo) que dá firmeza à estrutura e permitiu que a adega tenha se mantido quase que intacta ao longo dos anos. Além disso, ela fica quatro metros abaixo da terra, o que mantém naturalmente as condições perfeitas para a guarda do vinho no barril.

        E é justamente assim que a lenda começa. Por ter condições perfeitas para guardar os melhores vinhos, don Melchor construiu esta adega para consumo pessoal. Porém, algumas de suas melhores garrafas começaram a desaparecer. Para evitar que isso continuasse acontecendo, ele criou uma lenda e espalhou o boato de que o Diabo mesmo era quem cuidava do local. Desde então, nunca mais nenhuma garrafa sumiu do lugar que, com o tempo passou a se chamar ‘Casillero del Diablo’, dando origem ao vinho chileno mais conhecido e reconhecido mundialmente.

        Esta parte do passeio é bem interativa, com filmes, sons e barulhos que deixam os visitantes entrar totalmente no clima e no mistério que cercam a lenda.

        Atualmente, a adega abriga a lenda e os melhores vinhos da vinícola, inclusive o acervo pessoal dos sócios da empresa.

        E aí, o que achou da lenda? A melhor herança que a lenda nos deixa é o próprio vinho Casillero del Diablo, que é uma das marcas mais icônicas e famosas da vinícola e um dos meus vinhos favoritos.

        Me conte o que achou dessa história e continue acompanhando mais curiosidades e histórias da minha viagem ao Chile 🙂

          Um tour pela vinícola Concha y Toro

           

          Impossível escrever sobre vinhos por aqui e não falar da Concha y Toro né? Para quem acompanha o blog há algum tempo sabe do meu carinho pela marca e que na minha viagem ao Chile não poderia ser diferente: o tour pela vinícola Concha y Toro seria uma parada obrigatória. 🙂

          Saímos de São Paulo com a reserva já feita através do site. É possível agendar com até 24h de antecedência, dependendo da disponibilidade dos horários. Chegando à Concha y Toro, basta se identificar na entrada e informar o número da reserva para ter o acesso liberado.

          Existem dois tipos de tour: o Tradicional e o Marques de Casa Concha. A diferença entre eles é basicamente a quantidade de degustações e os horários de visita. Com maior disponibilidade de horários (é possível agendar visitas das 10h às 17h), optamos pelo tour Tradicional, com 1 hora de duração e guia em português. Este passeio custa 14 mil pesos (cerca de 75 reais) e inclui ~ além do tour pela vinícola ~ 3 degustações e uma taça da vinícola de presente ao final do passeio.

          Ao passar pelo portão principal, havia um guia para informar o ponto de encontro. Chegamos com cerca de 30 minutos de antecedência e o tour pela vinícola começou pontualmente no horário agendado.

          A visita começa pelos jardins da vinícola que dão acesso à mansão onde morava a família fundadora da Concha y Toro, que criou a marca em 1883. Tudo começou quando Don Melchor ~ o criador de Concha y Toro ~ trouxe uvas da Europa para plantio e consumo próprio de vinho.

          Atualmente, a marca conta com mais de 100 mil hectares de plantação, espalhados por 54 vinhedos do Chile, Argentina e Estados Unidos. A Concha y Toro possui 12 marcas de vinho (Carmín de Peumo, Don Melchor, Amelia, Terrunyo, Marques de Casa Concha, TRIO, Casillero del Diablo, Sunrise, Frontera e Almaviva) e exporta para mais de 100 países, sendo a maior marca de vinhos do mundo em produtividade.

          Saindo do jardim, caminhamos em direção ao vinhedo de Pirque Velho, com lugar para 26 cepas de uvas viníferas. A época de colheita é entre os meses de março e maio, portanto não foi possível ver as uvas; apenas a folhagem crescendo. E foi uma experiência e tanto, é realmente lindo!

          E então fizemos a primeira parada para degustação: o primeiro vinho foi um Marques da Casa Concha Sauvignon Blanc super leve e gostoso. Melhor ainda porque provamos com esta vista maravilhosa!

          Em seguida, em um ponto um pouco mais alto, passamos para a degustação de vinho tinto: fomos de Carmenere Marques de Casa Concha, um pouco mais encorpado mas igualmente delicioso.

          E seguimos o tour para uma das partes mais aguardadas do passeio: a lenda do Casillero del Diablo! Pudemos visitar e conhecer a área de armazenagem dos barris e um pouco mais sobre a lenda tão famosa de Don Melchor. Vou contar os detalhes dessa visita e um pouco mais sobre a lenda em um post exclusivo, com fotos incríveis ~ inclusive com o próprio diabo rsrsrs…. ~ aguardem!

          Finalizamos o passeio com uma última desgustação: um Casillero del Diablo! Ao fim do tour, fomos direto ao Wine Bar para almoçar. Entre sanduíches e saladas, é possível também escolher uma tábua de queijos e frios e harmonizar com os vinhos Concha y Toro. Eu comi um ciabatta de avocado com ricota, salmão e mostarda harmonizado com um Chardonnay. Incrível!

          Por fim, fomos à loja da vinícola com todas as variedades e marcas da Concha y Toro disponíveis para venda. Os preços são inacreditáveis se comparados ao Brasil. Tivemos sorte em aproveitar uma promoção de 4 garrafas de Marques de Casa Concha por 37.000 pesos (algo em torno de 185 reais). Apenas para comparar: aqui no Brasil é possível encontrar cada garrafa a partir de 120 reais. Ou seja, se você é fã de vinhos, vá com a mala vazia para aproveitar esta oportunidade!
          *Vale a pena consultar a companhia aérea. Eu fui de Latam e era permitido trazer na mala de mão 4 garrafas.

          Como chegar: a vinícola fica a cerca de 30km do centro de Santiago e é bem tranquilo utilizar transporte público para chegar até lá. Nós fomos de metrô e ônibus e o único ponto negativo foi carregar os vinhos que compramos na volta. Como os preço estavam muito bons, não resistimos e trouxemos pra casa algumas garrafas 🙂

          Fizemos o seguinte roteiro: no Metro de Santiago pegamos a linha 4 (azul escuro) até a Estação Las Mercedes. Saindo da estação, fomos à saída “Concha y Toro Oriente” e então pegamos um ônibus ~ apenas as linhas Metrobus n° 73, 80 ou 81, que param em frente à entrada da vinícola ~ que nos deixou bem em frente à entrada principal. Cada trajeto fica em menos de 1.500 pesos (cerca de 7 reais) por pessoa.

          Vinícola Concha y Toro
          Avenida Ramon Subercaseaux, 210 -Pirque
          De segunda à domingo das 10h às 17h
          Idiomas: espanhol, inglês e português

          Não perca o próximo post: vou contar um pouquinho mais sobre a lenda do Casillero del Diablo!