A minha varanda

 

Neste post vou contar ~ e mostrar ~ um pouquinho mais sobre a varanda da minha casa. Na verdade, ela foi um dos motivos principais por eu ter comprado este apartamento… quando vi, foi amor à primeira vista.

Com uma vista privilegiada de São Paulo, eu moro no 26º andar e logo que me mudei para cá, fiz algumas alterações na planta original. Inicialmente, meu apartamento tinha 3 dormitórios mas, por morar sozinha não vi a necessidade de ter três quartos. Então, desmanchei o ‘dormitório 2’ para ampliar a sala e tirei a porta da varanda, tornando toda a área social da casa em uma só.

Outro problema que eu tinha e que acabou virando uma solução, foi o ar condicionado. Por aqui, só tenho o ar condicionado no quarto e a máquina de saída do ar fica na varanda (fiz um post há um tempo atrás mostrando o antes e depois aqui). Então, meu pai fez o projeto deste móvel em madeira ripada para esconder a máquina do ar. E o que era improviso virou um dos meus cantinhos favoritos da casa: minha horta e cantinho do café.

E uso também este móvel como mesa de apoio quando recebo mais pessoas por aqui.

O único ponto negativo por aqui é a obrigação de manter pelo menos uma das partes de vidro aberta quando for ligar o ar condicionado. Como o ar que sai da máquina é quente, é preciso manter algum tipo de ventilação para não esquentar muito o ambiente ou a máquina.

Do outro lado, fica a churrasqueira. Não sei se a exaustão do prédio é muito boa ou se é porque eu moro no último andar, mas nunca tive problema com fumaça ou cheiro por aqui. Claro que sempre que uso, as portas de vidro ficam abertas e preciso ligar o botão do exaustor. Com o ambiente integrado, a área da churrasqueira ficou maior e mais confortável para os convidados.

Se a planta do seu apartamento é parecida com essa, recomendo pensar em abrir os ambientes para integrar a área social da casa. Além de ficarmos com a impressão de amplitude, você usa muito mais todos os ambientes da casa.

Gostou dessa mudança? Conta aqui o que achou 🙂

    Paulista de sotaque e raízes caipiras. Aquariana, corinthiana, administradora, eterna romântica e dona de casa amante de panos de prato, potinhos e canecas. Um pouco fotógrafa, aprendiz de escritora, cozinheira em evolução e sempre otimista. Dramática e criativa, atravessando os 30 com histórias [quase] normais.

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