A necessidade faz a criatividade

Depois do caso de sucesso da jabuticaba, que está resistindo bravamente ao sol, frio, chuva, vento e aos meus cuidados, minha família está apostando todas as fichas na minha habilidade de cuidar de plantas. O grande problema, é que estou com tanta planta para uma área de casa tão pequena que tive que improvisar vasos e cachepôs para alocar todas as plantinhas. E, sinceramente, elas são todas lindas demais para eu recusar.

Saí abrindo todos os armários de casa procurando o que poderia servir como vaso. Meus baldes são grandes demais e todos os tupperwars são quadrados – iria ficar bem esquisito. Foi quando tive a ideia de colocar em canecas e xícaras as flores menores. E não é que ficou muito fofo? Eu misturei junto com os vasos coloridos e achei que ficou bem legal! Deu um toque diferente e bem divertido à decoração da casa.

Problema do vaso resolvido, tive outro desafio pra enfrentar: onde colocar tantos vasos nesse apartamento super pequeno? Na varanda venta muito, a mesa da sala de jantar é mesa de trabalho de biscuit durante quase toda a semana, nos banheiros não tem sol o suficiente e a pia da cozinha já está cheia de eletrodomésticos. Não tive outra opção: aloquei metade dos vasos na área de serviço e a outra metade no balcão da cozinha americana. Confesso que o primeiro lugar não é o cenário mais bonito (entre roupa suja, produtos de limpeza, rodos e vassouras) mas era a melhor das opções que eu tinha (cheguei a pensar no parapeito na janela do quarto, mas a chance de ter um acidente e cair um vaso na cabeça de um pedestre era grande…), além disso as plantinhas na janela da lavanderia deram um charme ao ambiente.

Deixei os vasos maiores e com temperos na lavanderia e os menores – incluindo a xícara de café – no balcão, o que deixou a decoração mais delicada.
E aí, o que acharam do improviso?

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Lição do dia: tem dias que a gente tem que fazer a limonada do limão, e muitas vezes sem açúcar mesmo.

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    Paulista de sotaque e raízes caipiras. Aquariana, corinthiana, administradora, eterna romântica e dona de casa amante de panos de prato, potinhos e canecas. Um pouco fotógrafa, aprendiz de escritora, cozinheira em evolução e sempre otimista. Dramática e criativa, atravessando os 30 com histórias [quase] normais.

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