A vida é um sopro.

Clichê.

Ultimamente, esta é uma das frases que mais tenho ouvido. No elevador do prédio, no café do trabalho, no corredor do shopping, no grupo de mensagens entre amigos.

Mas, será que paramos para pensar que a ‘vida é um sopro’ ou só falamos por falar? O quanto vivemos a nossa vida para que este sopro um dia se espalhe pelo vento pela última vez?

Você vive a sua vida plenamente, intensamente? Se hoje fosse o seu último dia, como você seria lembrado pelo mundo? Qual o legado você está construindo para deixar como memória?

Nunca tinha pensado sobre isso, até hoje. Presenciamos muitas tragédias em nosso país, com vidas jovens sendo encerradas, sorrisos calados e sonhos interrompidos. E, nesse momento de tristeza, vem a reflexão: você está realmente buscando seus sonhos?

O que estamos esperando para ir atrás do que queremos? Porque nos falta coragem para seguir em frente e encarar os desafios? Se hoje fosse o seu último dia, você teria orgulho da sua história? Se hoje fosse o seu último dia, você iria fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para realizar seus desejos?

O ponto é: nós não sabemos quando será o nosso último dia. Então, porque postergamos tanto nossos sonhos, nossos desejos? Preguiça, medo de falhar ou ficar na zona de conforto são alguns do motivos que nos impedem de realizar nossos sonhos.

Que a gente não deixe para amanhã o que podemos realizar HOJE. Esta é a palavra que importa: HOJE. É o dia, o momento. Para criar, trabalhar, amar e sonhar sem arrependimentos.

Que a gente possa adotar a brevidade da vida como lema para viver. Com sentimento e com vontade. Com verdade. Ame, chore, abrace, sorria, coloque tudo para fora.

Não sabemos quando será a nossa última vez. E é justamente esta a graça da vida.


E você, o que está esperando para ser feliz?

    Paulista de sotaque e raízes caipiras. Aquariana, corinthiana, administradora, eterna romântica e dona de casa amante de panos de prato, potinhos e canecas. Um pouco fotógrafa, aprendiz de escritora, cozinheira em evolução e sempre otimista. Dramática e criativa, atravessando os 30 com histórias [quase] normais.

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