O que muda em 2017?

 

Ano Novo. Novos desejos, novas promessas, novas esperanças. Este ano fiquei pensando qual seria o verdadeiro motivo para comemorarmos o ‘novo’. Afinal, de um dia pro outro é possível mudar tanta coisa assim? O que muda em 2017 que não foi capaz de acontecer em 2016? Qual seria o milagre do dia primeiro, que não conseguimos realizar até o dia 31 do mês anterior?

É possível que novas coisas aconteçam se a gente continuar com os mesmos vícios? É possível emagrecer sem praticar esportes? É possível encontrar o amor sem sair de casa? E ser uma pessoa melhor que critica os defeitos do outro? Conseguiríamos ser mais felizes e continuar mau humorados? Não cheguei a nenhuma conclusão para tentar desvendar os segredos do ano novo.

Mas precisamos concordar que o ano jamais será novo se continuarmos sendo velhos. Velhos hábitos e costumes, velhas manias, velhas reclamações. Acredito que a mudança começa por nós mesmos: de dentro pra fora.

Mudança com o coração, com alma e toda a vontade. Afinal, não adianta ter só o desejo de mudar o ano e continuar sentado no sofá esperando que um milagre aconteça. Não é assim que a vida acontece. Para que o mundo mude, eu preciso primeiro mudar. Mas, além disso, preciso acreditar nesta mudança.

Quero um 2017 simples: cheio de boas energias, pessoas que eu amo por perto, pés descalços, risadas e comida boa. Quero ser mais saudável, praticar esportes e não deixar para dizer depois o que o coração tem vontade. Quero tirar fotos incríveis e viver momentos que ficarão para sempre registrados no pensamento. Quero saúde para trabalhar e um amor que traga borboletas para o meu estômago.

Que o Ano Novo só traga os melhores sentimentos, os abraços mais apertados e os passeios mais bonitos. Que nos traga sorrisos, respeito ao próximo e fé na humanidade. E que a mudança comece dentro de casa.

 

Feliz 2017! 🙂

    E nós somos 100 mil!

     

    Começar o dia com uma notícia dessa é quase que estar sonhando acordada: 100 mil seguidores no Facebook. Quando comecei a escrever o blog em 25 de maio de 2012 jamais imaginei que chegaria até aqui.

    Criei um espaço para que pudesse desabafar a rotina de uma dona de casa de primeira viagem, que não sabia lavar, passar, cozinhar ou até mesmo ser casada. Me separei, sofri, chorei. Mudei de casa, decoração, pratos e valores. Desacreditei no amor e voltei a acreditar no poder do coração novamente. Aprendi a cuidar da casa e, acima de tudo, cuidar de mim mesma. Encontrei uma Caubi que eu não conhecia e quer saber? Ela é incrível e uma pessoa muito melhor do que aquela que começou o blog em 2012.

    Devo muito à minha família, aos novos e velhos amigos e principalmente, devo à Casa da Caubi pela pessoa que me tornei hoje. É tanto amor envolvido neste trabalho que em retorno só recebo amor. Chegar aos 100 mil seguidores é me identificar com pessoas que nem conheço e conhecer quem eu nunca pensei que fosse encontrar por aí.
    É ser grata pelas pessoas que estão comigo nesta caminhada e sempre acreditaram em todas as minhas loucuras.

    Rede social é uma loucura. De certa forma está tudo interligado com todo mundo. E, assim como na vida, você só recebe de volta aquilo que escreve e posta. E hoje eu só tenho o que agradecer. Tudo o que eu faço aqui por este blog recebo em forma de carinho: sejam abraços reais ou virtuais. E esse é o maior incentivo para continuar este trabalho.

    Espero de verdade que este seja apenas o começo. Me sinto mais inspirada e renovada do que nunca para continuar a escrever, fotografar, cozinhar e postar carinho por aqui diariamente. E espero que você continue por aqui comigo pois sua presença é o que mantém vivo este trabalho. 🙂

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    Em uma palavra: OBRIGADA! <3

      Sobre a mulher brasileira e o espírito olímpico

       

      Os jogos olímpicos do Rio estão causando grande impacto na vida dos brasileiros, principalmente pela emoção promovida pelo esporte feminino. Eu não poderia deixar de escrever sobre esse assunto, já que me identifico com a luta de cada uma das atletas que se emocionam com cada vitória. A primeira medalha de ouro veio pelo suor e luta de Rafaela Silva no judô. Uma brasileira batalhadora.

      E hoje tem espetáculo do futebol feminino novamente, que está encantando a todos. Aquele time que joga junto, mostrando o verdadeiro espírito de equipe.

      Entre exemplos como o da menina que disputou a sua primeira olimpíada como ginasta graças à mãe que pedia dinheiro emprestado aos vizinhos para ajudar no transporte para a filha conseguir treinar, há a esgrima que chegou onde jamais um brasileiro havia chegado e as atletas do rúgbi, que fizeram história este ano.

      Dos esportes que a gente já conhecia até aqueles que mal sabemos as regras, todas as mulheres mostram algo em comum: raça e determinação em uma história de luta para conseguir um espaço para treinar e se destacar.

      Elas são o retrato da mulher brasileira. Aquela mulher que batalha diariamente para conquistar o seu espaço. Aquela mulher que já ouviu que não era capaz de chegar tão longe. Quantas mulheres não foram discriminadas ou excluídas e marginalizadas daquilo que gostam – e sabem – de fazer porque alguém simplesmente foi preconceituoso?

      As Olimpíadas estão aqui para mostrar com toda a força que somos capazes de fazer qualquer coisa. Sim, nós podemos vencer. Porque a Marta que existe dentro de cada uma de nós, nos faz querer lutar, vencer e seguir em frente. Independente de qualquer dificuldade.

      É impossível ficar indiferente e não admirar a coragem com que a dupla egípcia – pela primeira vez na história – jogou vôlei de praia. É emocionante assistir uma mulher subir no alto do pódio e se orgulhar de representar seu país.

      Essas mulheres representam todas nós e me sinto honrada em ser mulher e, principalmente, brasileira. Ainda estamos longe da igualdade, mas sinto que estamos cada vez mais próximas de chegar lá. Eu acredito.

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        Por favor, pare.

         

        Por favor, pare. Chega de julgar a felicidade de outras pessoas baseada em suas próprias crenças. Apenas pare. E deixe cada um ser feliz do jeito que bem entender. A vida não é um comercial de margarina. Ainda bem! Deixa cada um escolher o seu café da manhã e ser feliz: porque além da margarina, há o requeijão, cream cheese e a manteiga. E tem aqueles que gostam de comer o pão puro. E pronto. A felicidade é simples… a gente que complica demais.

        Cada vez mais, sou adepta à crença de que não existem regras para seguirmos os caminhos da vida. Casar, ter filhos, uma carreira de sucesso, viajar o mundo. Quais são as suas metas e seus objetivos? “O que te faz feliz?”

        Eu simplesmente cansei de ser cobrada para ter namorado, filhos, cargos cheios de títulos elegantes e a me contentar com qualquer migalha que a sociedade quer. Talvez, estivesse nos círculos de pessoas erradas, que acreditam que felicidade é uma fórmula e que devemos seguir os mesmos passos.

        Quando passei a acreditar que a felicidade é ser verdadeiro com seu coração, sua alma e suas atitudes, a vida se tornou mais leve. E já não me importo mais com julgamentos daqueles que não conhecem a minha história.

        Talvez não esteja faltando amor no mundo. Falta compaixão entre as pessoas. Colocar-se no lugar do outro, entender o outro e, acima de tudo, respeitar as decisões de cada um. Eu sei que não é fácil, mas precisamos tentar viver sem preconceitos e com liberdade para escolher ser o que quisermos.

        A vida é muito curta para ignorar o sentimento das pessoas e reprimir suas vontades. Seja feliz, mas também deixe que o outro seja feliz. Cada um à sua maneira.

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          Aproveitando os alimentos: receita de risoto

           

          Faaaaaala galera, tudo tranquilo? A receita de hoje veio de alguns testes que eu tenho feito na cozinha para reaproveitar ou aproveitar de formas diferentes alguns alimentos.

          A receita é um “risoto” de talos de couve com parmesão. Como a receita tinha grandes chances de dar errado, que por incrível que pareça não deu, eu não usei um arroz especial, usei o nosso arroz  de cada dia. Mas aplicando todo o processo de se fazer um risoto nem parece arroz normal com talos de couve: esta é uma boa receita para impressionar em tempos de crise. 🙂

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          Ingredientes:
          2  xícaras de chá de arroz
          2 xícaras de chá de talos de couve (aproximadamente dois maços)
          150g queijo parmesão
          1 cebola média
          100ml de vinho branco seco
          1 litro de caldo de legumes
          3 colheres de sopa de manteiga
          Pimenta biquinho a gosto
          Sal e pimenta a gosto

          Preparo:
          O primeiro passo é picar a cebola e os talos de couve; eu piquei redondinho para facilitar o cozimento. Depois de picado é só refogar com uma colher de manteiga até as cebolas começarem a dourar e, logo após, acrescente o arroz.

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          Deixe o arroz refogar por alguns segundos e acrescente 300ml do caldo e o vinho branco. Fique mexendo enquanto o arroz cozinha, assim que estiver quase seco adicione mais 300 ml do caldo e continue mexendo até quase secar novamente. Nesse momento acrescente o restante do caldo e quando estiver quase secando acrescente o parmesão. Prove e conserte o sal e a pimenta.
          Antes de servir acrescente o restante da manteiga e mexa bem, use as pimentas biquinho para enfeitar e se quiser pode jogar um pouco mais de parmesão por cima queijo nunca é demais 🙂

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          Rápida e rasteira essa receita além de ser gostosa ainda aproveita alimentos que talvez fossem para o lixo.Você tem alguma receita de reaproveitamento de alimentos? Ou aproveitamento diferente do convencional? Divide com a gente!

          Esperam que tenham gostado.

          Grande Abraço e até a próxima, fuuuuuuii!!!!