Continue a nadar… e o novo filme da Dory

 

E, depois de 13 anos do lançamento de “Procurando Nemo”, estreou ontem em todo Brasil o tão aguardado “Procurando Dory”. Fui conferir e claro que eu adorei. Mas, mais marcante que a volta de personagens tão queridos e a surgimento de novos integrantes à turma de Nemo, Marlin e Dory,  é a lição que fica de toda a história.

Em uma sessão repleta de crianças, era possível perceber a reação do cinema a cada cena do filme: desde às tiradas e piadas mais engraçadas até a comoção dos momentos mais emocionantes.

Pra quem conhece a história, sabe que Dory ajudou Marlin a encontrar Nemo no primeiro filme, o qual eles cruzam o oceano enfrentando criaturas perigosas e lugares desconhecidos. Nesta sequência é a vez de pai e filho ajudar a Dory a encontrar sua família. Como ela tem o problema de perda de memória recente, fica ainda mais complicado para lembrar de sua história, de onde veio e quem são os seus pais.

Desta vez eles vão para a Califórnia e novos personagens aparecem para ajudar na busca. Um deles é Hank, o polvo interpretado na versão dublada por Antonio Tabet. Já amei e preciso de uma pelúcia dele urgente rsrsrs… baleias, leões marinhos e ostras também aparecem no filme que tenta passar a mensagem de que lugar de animal selvagem é solto na natureza e no oceano.

Dory mostra que, apesar da perda de memória, é possível ser bem humorada e feliz. Ela nos ensina que muitas vezes a nossa vida não acontece de acordo com o que planejamos. E tudo bem, porque às vezes quando a gente não planeja, as coisas podem ser ainda melhores.

Que a gente seja um pouco mais leve, feliz, espontâneos… e leve um pouco mais de Dory para as nossas vidas.

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Para quem ainda não viu, dá uma olhada no trailer pra ficar ainda mais curioso…

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Corre pro cinema porque a história vale a pena, não importa a sua idade… você vai amar! 🙂

    Paulista de sotaque e raízes caipiras. Aquariana, corinthiana, administradora, eterna romântica e dona de casa amante de panos de prato, potinhos e canecas. Um pouco fotógrafa, aprendiz de escritora, cozinheira em evolução e sempre otimista. Dramática e criativa, acabou de chegar aos 30 com histórias [quase] normais.

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