Eu quero a paz de um amor tranquilo

“O amor transcende o entendimento”. Li esta frase no livro Amor pelas coisas imperfeitas e, depois de refletir um tanto sobre isso, apenas concordei. O amor acontece e ponto. E eu quero a paz de um amor tranquilo.

Eu quero a paz de um amor tranquilo

Amar é se aceitar e aceitar o outro, compreendendo os defeitos e abraçando as qualidades.

Amar é encontrar a paz no meio da turbulência. É estar seguro dentro de um abraço e ter a certeza de que nenhum mal vai te atingir porque amar é acreditar e, acima de tudo, confiar.

Esqueça as preocupações e as lágrimas porque isto não é amor: é ilusão. Quando o amor vem, a tranquilidade vem também.
Amar é deitar, dormir e sonhar. É acordar sorrindo sem saber se ainda está sonhando porque a realidade é um sonho.

A gente não cria o amor. Ele simplesmente acontece. E quando compreendemos quem somos e acreditamos nisto, abrimos o caminho do coração para que o melhor possa nos encontrar também. Às vezes demora. Às vezes não acontece no nosso tempo. Mas eu já entendi que eu sou feita de amor e o amor só vai acontecer quando o meu coração estiver em paz comigo mesma. Não quando eu quiser mas sim quando eu merecer.

Eu quero a paz de um amor tranquilo

Nós somos o que nós atraímos. O que você quer atrair? O amor é um longo percurso para ser percorrido: requer esforço e dedicação para durar. E muita calma e paciência para seguir. Eu quero a paz de um amor tranquilo.

Eu desejo um amor para a eternidade. Mãos dadas no cinema, no parque e para a vida toda. Quero um encontro de almas para caminhar na mesma direção em paz e com a tranquilidade de ter feito a escolha certa. Porque amor a gente não precisa entender, ele apenas é.

Eu quero a paz de um amor tranquilo

E, enquanto isso não acontece, sigo semeando as boas energias pelas trilhas por onde passo, porque tenho certeza que em algum momento – ou quando eu menos esperar – vou colher os frutos deste plantio. E vai ser próspero: vai ser amor.

    Paulista de sotaque e raízes caipiras. Aquariana, corinthiana, administradora, eterna romântica e dona de casa amante de panos de prato, potinhos e canecas. Um pouco fotógrafa, aprendiz de escritora, cozinheira em evolução e sempre otimista. Dramática e criativa, atravessando os 30 com histórias [quase] normais.

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