Comida tem valor: macarrão com molica

 

Com a mensagem “comida é muito boa para ser desperdiçada”, ontem fui convidada para um evento incrível promovido pela Hellman’s em parceria com a Fruta Imperfeita, Flor Gentil e a ONU: O restaurante sem comida.

O convite do evento foi uma sacola térmica com duas marmitas. Nestas marmitas, os convidados teriam que levar seus restos de comida para experimentar uma grande transformação: o chef de cozinha David Hertz iria criar um prato totalmente novo e surpreendente com os ingredientes das marmitas.

Em uma aula de culinária, aproveitamento de alimentos e sustentabilidade, o chef e sua equipe mostraram toda a habilidade e intimidade com a cozinha para criar pratos totalmente novos com os ingredientes levados pelos convidados. E entre folha de beterraba, grão de bico, linguiça, aspargos, ovo e outros tantos restos de comida, foi comprovado que a gente desperdiça muito produto bom para o consumo que poderia ser reaproveitado e não jogado fora.

Em uma pesquisa promovida pela Unilever, foi comprovado que 61% dos brasileiros assumem descartar alimentos em perfeito estado. Segundo o levantamento, entre os mais desperdiçados estão os perecíveis: saladas (74%), vegetais (73%) e frutas (73%).

E justamente nesta iniciativa de combate ao desperdício, a Hellman’s atuou para nos alertar para a causa: a maionese é um produto que permite combinar ingredientes de uma forma surpreendente e gostosa. São diversas opções deliciosas e o preparo dessas receitas pode ser muito mais fácil do que as pessoas imaginam. Esta conscientização começa dentro de casa!

Na minha marmita tinha macarrão já cozido, sobra do que comi no almoço e o chef transformou em “macarrão com molica” ~ um prato simplesmente delicioso em que a conta para pagar no final do jantar era a receita do que comemos. Trouxe para casa e tinha que compartilhar por aqui né?

Então anote a receita, teste em casa e aproveite todos os alimentos que você tem por aí. Acredite: a comida transforma.

Ingredientes:
2 colheres de sopa de azeite
2 colheres de sopa de manteiga
1/2 cebola pequena picada
2 dentes de alho picados
1 colher de café de raspas de limão
1 pimenta dedo de moça picada
1 xícara de chá de pão torrado e ralado
2 colheres de sopa de cheiro-verde picado
2 xícaras de chá de macarrão cozido (foi o item que levamos na marmita!)
1 xícara de chá de tomates picados ou molho de tomate
1 colher de sopa de maionese

Modo de fazer:
Em uma frigideira antiaderente, coloque o azeite e a manteiga e leve ao fogo alto para aquecer. Refogue a cebola, o alho, as raspas de limão e a pimenta. Adicione o pão ralado e o cheiro-verde, misture delicadamente, retire do fogo e reserve.

Em uma panela, misture o macarrão, os tomates e a maionese.

Retire do fogo, polvilhe a farofa de pão reservada e sirva em seguida. Bom apetite!

E aí, o que achou desta iniciativa e da receita?
Conta aqui 🙂

    Workshop mesa posta na Camicado

     

    Na última quinta-feira, dia 23 de agosto, eu organizei um evento super especial: um workshop sobre mesa posta de café da manhã na Camicado do Shopping Morumbi. Com vagas esgotadas, fiquei muito feliz em receber os convidados para um bate papo descontraído com dicas e sugestões para montar uma mesa sem complicações para receber, compartilhar e aproveitar melhor as refeições.

    Além de montar uma mesa com sugestões para aproveitar melhor o café da manhã, também criei um cantinho do café com as peças da própria Camicado, para mostrar que é possível utilizar diferentes peças que você tenha em casa usando amor e criatividade.

    Durante o workshop também dei algumas dicas para deixar a mesa ~ e a casa ~ sempre florida. Sem precisar investir muito dinheiro, é possível comprar flores no supermercado para alegrar os ambientes durante algumas semanas sem ter que renovar o estoque de flores sempre. Dependendo do modelo, flores como astromélias chegam a durar quase duas semanas por aqui.

    Ainda, falei sobre a variação de copos, xícaras e taças que você pode usar à mesa dependendo dos convidados, do tipo do evento e até mesmo a ocasião.

    E também qual o tipo e estampa de prato mais adequado ao seu evento: pode ser mais formal, um simples café tipo ‘buffet’ onde cada convidado se serve ou até mesmo uma refeição rápida no balcão. Cada ocasião pede um prato diferente mas em todas elas é possível desvendas a ‘mesa posta’ e montar um cantinho cheio de amor, carinho e super receptivo para quem for se sentar à mesa.

    Mami esteve presente na primeira fileira e me ajudou com algumas das ideias para montar a mesa desta noite tão especial <3

    Ao longo do evento, abrimos espaços para perguntas e os convidados participaram bastante com dúvidas e sugestões para mesas do dia-a-dia e refeições além do café da manhã.

    Para mim, o mais especial foi compartilhar um pouquinho do que eu vivo por aqui com as pessoas e perceber que quando a gente faz com amor, de certa forma os bons sentimentos voltam para nós. Sentir a energia dos convidados foi muito incrível e nos mostra como a internet pode chegar a lugares que a gente nem imagina.

    Fica aqui meu MUITO OBRIGADA a todos que tornaram esta noite possível. Obrigada pela presença, pelo carinho, pela troca de experiências. Este é só mais um incentivo para continuar trabalhando por aqui e compartilhando amor na internet. Tenho certeza que ele vai chegar até você, onde quer que você esteja!

    Deu pra sentir a energia boa por aí?
    Espero que tenha outro encontro assim em breve pra compartilhar por aqui 🙂

      Seguindo em frente

       

      Ontem assisti ao filme “O casamento do meu melhor amigo” talvez pela milésima vez. Não me lembro quando foi que decorei as falas, as músicas e as cenas mas desta vez foi diferente. E comecei a pensar porque este é meu filme favorito de todos os tempos.

      Com mais de 20 anos de existência e sempre atual, este filme nunca ganhou um Oscar ou outro prêmio de relevância, não possui efeitos especiais nem um grande orçamento mas talvez a lição de vida seja uma das mais importantes. Pelo menos para mim.
      Não é um filme sobre heróis, príncipes ou final feliz. É um filme sobre saber perder, aceitar a derrota e seguir em frente porque nem sempre nos filmes ou na vida real o final feliz é do jeito que a gente sonha ou planeja. E mesmo assim não signifique que não seja feliz. Pode ser feliz, basta a gente enxergar com outros olhos.

      Esta é a vida. Sempre surpreende e na maioria das vezes acontece diferente de tudo aquilo que sonhamos. Mas e daí? Porque não podemos construir nosso próprio final feliz com as ferramentas que o destino nos proporcionar ao longo do caminho? Quem inventou a receita para a felicidade com certeza não soube aproveitá-la da forma mais simples: criando a inventando a sua própria história.

      E daí se o noivo é apenas o seu amigo e decidiu ser feliz com outra pessoa? É preciso aceitar os fatos e a realidade e construir o seu próprio caminho de felicidade. Sem rancor, sem mágoas. Apenas seguindo em frente. Com tranquilidade e serenidade. Outras oportunidades sempre irão aparecer e a pergunta é: você estará pronto para recebê-las de coração aberto? 

      Uma vez que você fizer as suas escolhas, não pode olhar pra trás. Por isso pense com o coração, a alma e a cabeça… apenas para garantir que não haverá arrependimentos. E leve o tempo que for necessário pois cada um tem a sua velocidade para tomar decisões da sua vida. Cada um tem o seu tempo e este sim precisa ser respeitado.

      Nós somos o resultado de nossas escolhas. Portanto, faça muito bem a sua. E siga em frente. Sempre.

      “Talvez não haja casamento. Talvez não haja sexo. Mas, com certeza, haverá dança.”

        Um final de semana em Cunha

         

        Este final de semana foi super especial por aqui 🙂

        Consegui reunir uma parte da família e fomos para Cunha, no interior de São Paulo. Com quase 22 mil habitantes, a cidade fica a pouco mais de 250 km da capital, na região do alto Paraíba. O município  ocupa 1.410 km² de colinas e montanhas, aninhadas entre as serras da Quebra-Cangalha, da Bocaina e do Mar. Limita-se com Ubatuba, São Luiz de Paraitinga, Lagoinha, Guaratinguetá, Lorena, Silveiras, Areias, São José de Barreiro no estado de São Paulo e Angra dos Reis e Paraty no estado do Rio de Janeiro.

        Com altitude média de 1.100m, o ponto mais alto da cidade é o Pico da Pedra da Macela, a 1.840m do nível do mar; ponto super especial em que é possível avistar Angra dos Reis e Paraty com uma vista de tirar o fôlego. Infelizmente, não conseguimos fazer esta trilha desta vez. Por ser bem cansativo e exigir um preparo físico extra, deixamos para uma outra oportunidade…

        Mesmo assim não faltaram atividades em meio à natureza, estúdios de cerâmica, cervejas artesanais e muita história.

        Saímos de São Paulo bem cedo e seguimos em direção à Cunha pela Rodovia Dutra: com duração de pouco mais de 3 horas e 30 minutos de viagem, chegamos ao nosso destino em um sábado frio porém ensolarado e sem nuvens. Nossa escolha de hospedagem foi a pousada Cheiro da Terra. Com ótima localização e atendimento super cordial, cada parte da família ficou hospedada em um chalé diferente super aconchegante e confortável.

        Em seguida, saímos para explorar a cidade e fomos conhecer o Ateliê da Cerâmica, a igreja matriz e almoçamos por ali mesmo (em breve irei escrever especialmente sobre os lugares que fizemos nossas refeições e recomendar comidinhas deliciosas para quem está planejando uma viagem para Cunha, não deixe de acompanhar os próximos posts!).

        A pausa para o café da tarde ficou por conta do Moara Café: um dos lugares mais fofos que já fui com uma mistura de plantinhas, comida caseira, empório e exposição de antiguidades… tudo muito lindo e super especial. Esta é uma parada obrigatória!

        Em seguida fomos ao Contemplário e depois ao Lavandário. Ambos ficam na mesma estrada e é possível visitar os dois locais no mesmo dia. Primeiro fomos ao Contemplário para conhecer as plantações de lavanda, alecrim e outras ervas. Em seguida, fomos ao Lavandário para admirar o por do sol, um dos mais lindos da região (que eu já vi na vida!).

        Se você está procurando um lugar para descansar e conectar-se à natureza, Cunha é o lugar. Em todos os lugares que passamos, é possível sentir a paz e a tranquilidade de uma cidade que vive do turismo e do seu comércio local de cerâmica, pinhão e shitake.

        Além disso, a hospedagem e as refeições oferecem um ótimo custo x benefício em um lugar bem pertinho de São Paulo.

        Esse foi só o primeiro post, pra dar aquele gostinho de ‘quero mais’. Irei compartilhar por aqui sobre as comidinhas e vem aí um vlog com mais detalhes dos passeios.
        Não perca 🙂