Escape 60: salve-se se puder

 

Ontem participei de uma experiência muito legal: fui com um grupo de amigos ao Escape 60! Eu fui pela primeira vez ao Escape em 2015, só que em outra sala. Ou seja, a experiência é completamente diferente!

Para quem não conhece, o Escape 60 é um local com várias salas temáticas, em que os participantes precisam resolver os enigmas propostos em até 60 minutos para conseguir sair sem ser ‘resgatado’. O objetivo é proporcionar uma opção de entretenimento presencial para quem se interessa por grandes desafios e curtisse uma verdadeira experiência sensorial, estimulada pelos detalhes da ambientação – objetos e móveis –, de sons e de tudo que pudesse envolver o participante no clima de cada sala.

Com várias unidades no Brasil ~ São Paulo, Santo André, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Fortaleza ~ e salas diferentes, é possível escolher o desafio que mais combina com o seu grupo.

Cada jogo comporta um grupo de quatro a 16 participantes, que deve desvendar o mistério por meio de dezenas de pistas e escapar do espaço em até 60 minutos. Caso contrário, serão resgatados do local. Estima-se que aproximadamente 20% dos participantes vençam o desafio. Meu grupo escolheu jogar na “Salvem nossas almas”, em que a taxa de saída da sala é 12%. E nós conseguimos sair faltando 1 minuto e 33 segundos para acabar o tempo. Ufa, que sufoco!

Para entrar dentro da sala e enfrentar o desafio, deixamos todos os nossos objetos pessoais – incluindo celulares! – do lado de fora. Esta foi uma grande oportunidade de ficar offline por um tempo e se conectar totalmente ao jogo. É incrível como a gente se envolve na história, esquece totalmente a realidade e interage entre as pessoas do grupo para desvendar os mistérios. Em tempos de internet, esta é uma experiência única de diversão!

Sobre a Sala que participamos: Salvem nossas almas
“Você e seus amigos foram convidados para um jantar organizado por um ex-colega de classe, o excêntrico Schmock, para comemorar 10 anos de formados. Ao ingressar na casa, descobrem que estão trancados e que Shmock havia morrido há 1 ano. Além disso, vocês encontram uma carta informando que se arrependerão pelo bullying que realizaram no passado. Você e sua equipe serão levados ao além se não saírem em 60 minutos.”

Idade mínima para participar: não há; crianças com menos de 12 anos devem estar acompanhadas de um adulto.

Ingressos: no e-commerce www.escape60.com.br. A partir de R$ 50 por pessoa.
Escape week: de 16 a 24 de junho o valor para participar é de R$ 36,90. Vale a pena participar!

Se você ficou curioso, corre pro site do Escape 60, junte a galera e vá jogar… garantia de diversão na certa!

    Aula no Eataly: Mangia che te fa bene

     

    Ontem fui ao Eataly ~ aqui em São Paulo ~ para uma experiência super diferente: um curso na Scuola do local. Comprei o curso através do Foodpass, que dispõe de diversas aulas com cardápios deliciosos.

    O tema de ontem era “Mangia che te fa bene” e era composto por uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. A aula foi ministrada pela chef Pati Abbondanza, que deu muitas dicas gostosas! Claro que ao final de cada receita era possível provar o prato ~ a melhor parte ~ e ao fim do curso recebemos um certificado e o passo a passo do que comemos na noite.

    E o que você acha de testar esses pratos por aí na sua casa para receber os amigos e a família? Coloquei aqui tudo o que aprendemos ontem pra inspirar o seu final de semana. Veja como fazer:

    Entrada: bruschetta de queijo de cabra e figo
    Ingredientes
    6 fatias de pão italiano (ou ciabatta), fatiado com 1cm de altura
    150g de queijo de cabra cremoso
    4 figos cortados em rodelas
    Mel a gosto
    Azeite e pimenta do reino a gosto

    Modo de fazer:
    Aqueça uma grelha, unte com azeite e grelhe as fatias de pão dos dois lados, até ficarem crocantes por fora e ligeiramente macias por dentro (se não tiver uma grelha, faça as torradas no forno). Monte as bruschettas espalhando o queijo de cabra e colocando o figo fatiado por cima. Tempere com pimenta do reino e regue um pouco de mel por cima. Está pronto para servir!

     

    Prato principal: linguine ao limone com presunto cru
    Ingredientes:
    7 unidades de aspargos verdes, cortados em pedaços de 2cm
    150g de presunto cru fatiado
    500ml de creme de leite fresco
    1 limão siciliano, em raspas
    1 xícara de chá de queijo parmesão ralado na hora
    400g de macarrão tipo linguine
    Sal, pimenta do reino e noz moscada raladas na hora

    Modo de fazer:
    Coloque uma panela média com água para ferver. Quando ferver, adicione uma colher de sobremesa de sal. Cozinhe os aspargos por um minuto e em seguida mergulhe-os em uma tigela com água gelada.

    Coloque uma panela grande com água e sal para ferver. Quando ferver, cozinhe a massa de acordo com o tempo descrito na embalagem.

    Em uma panela, coloque o creme de leite fresco e leve ao fogo para ferver até reduzir um dedo (sem tampar). Adicione as raspas de limão e o queijo parmesão ralado ao creme de leite. Tempere com sal, pimenta e noz moscada. Quando engrossar levemente, misture o molho com a massa, os aspargos e as lascas de presunto cru. Sirva imediatamente.

     

    Sobremesa: mousse de Nutella com mascarpone
    Ingredientes:
    6 gemas
    10 colheres de sopa de açúcar refinado
    400g de queijo tipo mascarpone
    400g de Nutella

    Modo de fazer:
    Em uma batedeira, bata as gemas com o açúcar até dobrar de volume. Acrescente delicadamente a Nutella e incorpore com uma espátula. Junte o mascarpone e misture até formar um creme homogêneo. Coloque o creme em taças e leve para gelar por no mínimo duas horas. Sirva logo em seguida.

    E aí, o que acharam das receitas?
    Contem aqui! 🙂

      Espalhe o amor: 4 anos de blog

       

      … sim, o tempo está passando muito rápido! Me lembro daquele maio de 2012 como se fosse ontem: criei um blog para contar como seria a vida e a rotina de quem tinha acabado de sair da casa dos pais. Daquela pessoa que não tinha certeza se daria conta do recado ou se aprenderia as tarefas para comandar um lar.

      4 anos se passaram e eu estou aqui, comemorando! O blog foi se transformando e, assim como eu, hoje tem motivos de sobra para sorrir: amadurecemos, crescemos e hoje caminhamos em busca daquilo que a gente acredita. Comida, amor, viagem, casa e caseirices. Família, amigos, amor e cor. Tudo isso é a Casa da Caubi que deixou de ser apenas linhas de desabafo e hoje é uma das minhas maiores paixões e orgulho.

      Fico muito feliz pela pessoa que me tornei e o reflexo que o blog se tornou. E vem muita coisa boa por aí, aguardem… nos últimos 4 anos eu mudei de casa, a San casou, a Bia se tornou cantora, o Lucas está desenvolvendo novas ideias de blogs e o Peu vai ser pai. Que a vida continue nos iluminando pra trazer mais novidades pra nossa Casa 🙂

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      E ontem fizemos nosso piquenique para celebrar os 4 anos de existência. Chamamos a família e alguns amigos para comemorar com a gente e trazer algumas receitas. Um pouquinho do resultado você pode conferir aqui:

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      Lançamos uma competição entre os convidados a qual a melhor receita do dia seria divulgada no blog. Nossos amigos se empenharam e, para nossa alegria, não teve apenas um vencedor: foram três receitas que fizeram o sucesso do nosso piquenique. Em breve vamos divulgar as receitas caseiras (e autorais) do bolo de coco da Naty, do bolo de maçã da Josy e do cuscuz da tia Rita. Aguardem que será de dar água na boca…

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      E que seja apenas o começo. Porque quando tem amor, não precisamos de mais nada.

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      Que venham mais 4, 10, 100 anos… porque enquanto houver amor, continuaremos a nos inspirar, escrever, cozinhar e espalhar a nossa Casa por aí 🙂

        Sobre poucos e bons amigos

        Com o passar dos anos e com a maturidade batendo à nossa porta, as pessoas que fazem parte de nossas vidas vão ganhando mais (ou menos) espaço em nossa casa e em nossos corações e vão assim assumindo papéis cada vez definitivos e decisivos.

        A quantidade de amigos já não importa mais porque agora você sabe que aqueles que realmente pode contar são na verdade pouquíssimos (e muitas vezes nem estão nas redes sociais). Na verdade, amigos de festas, risadas e boas fotos são muitos: afinal, quem é que não gosta de estar cercado por boas companhias?

        Mas, preste atenção: grande parte dos momentos inesquecíveis não são fotografados. Tais momentos estão guardados apenas em nossa memória. E são justamente nestes momentos em que as pessoas mais importantes foram parte fundamental de nossas vidas, sejam em situações boas ou ruins.

        Sempre compartilhamos na internet o início da balada; mas (quase) nunca postamos o seu final. O lanche da madrugada, o sapato apertado, a mensagem de texto errada ou aquele porre só fazem parte da lembrança (de quem conseguir sem lembrar) de grandes amigos e serão sempre revividas no futuro.

        Amigo de verdade é aquele que atende sua ligação no meio da madrugada só para ouvir você chorar. É aquele que briga com você e te xinga quando sabe que você está fazendo coisa errada e fala a verdade quando sua roupa está cafona. É aquele que sempre (tenta) te impede de fazer besteira mas, se você fizer, não vai perder a oportunidade de falar “eu te avisei”. Amigo mesmo é aquele que vai rir da sua cara quando você tropeçar na rua mas vai te carregar no ombro todas as vezes que for preciso.

        Porque afinal, o que a gente leva desta vida são as boas histórias, junto com aquelas pessoas que nos emprestaram dinheiro quando estávamos duros, nos deram o colo quando estávamos tristes, colocaram um colchão quando não tínhamos onde dormir e nos mostraram um sorriso quando já não tínhamos mais esperança. Com a vida aprendi que vale mais a qualidade do que quantidade e os bons amigos são aqueles que fazem nossa vida melhor. Diariamente.

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          Afinal, o que é o sucesso?

          Certa vez, saí para jantar com alguns amigos da época da faculdade que a tempos não encontrava. E ao longo da noite, entre contar e ouvir as novidades da vida, notícias da família e conquistas pessoais além de nossas carreiras, começamos a conversar a respeito de nossas profissões e os caminhos que decidimos trilhar depois da formatura.

          Foi quando colocou-se à mesa a (polêmica) questão do sucesso. O que é ser alguém bem sucedido afinal? E falamos sobre salário, altos cargos, carros caros, casas grandes e (mais uma vez) dinheiro. A discussão, que a princípio parecia bem óbvia, tomou um rumo inesperado. O assunto se estendeu até a sobremesa: comi meu crème brûlée refletindo sobre o assunto quando um dos amigos sentados à mesa, acompanhado de uma xícara de café concluiu “sucesso não é ter um cargo como alto executivo em uma grande empresa e receber um salário milionário. Ser bem sucedido é honrar seu caráter e dar valor às pessoas ao seu redor.

          E desde então, fiquei refletindo sobre esse assunto. Sucesso, enfim, está ligado ao que somos e não àquilo que temos. Nunca acreditei que a felicidade estivesse relacionada ao dinheiro e ao status que ele pudesse trazer. Tudo isso é passageiro. Se sucesso é dinheiro, o que restamos se ficarmos sem ele? A vida é muito mais do que o material.

          Sucesso não é conquistar um cargo; é construir algo que possa durar mais do que nossa vida. É fazer a diferença e somar valor às pessoas além de nós mesmos. Ter sucesso é construir uma carreira pessoal e profissional baseada na ética e educação, livre de inimigos e com pessoas que lhe desejem apenas as melhores vibrações. Concluí afinal que sucesso é ter com quem contar nos momentos mais difíceis (inclusive aqueles em que nos falta dinheiro) e sentar à mesa aos domingos com uma família que se ama e se respeita.

          Sucesso não é ter a vida perfeita que acreditamos quando somos crianças: aquele clichê de emprego, carro, casa, casamento, filhos e um cachorro. Sucesso é muito mais do que isso. É ter a liberdade para escolher não seguir nenhum clichê. É fazer a diferença para o mundo em que vivemos à sua própria maneira. É ser feliz. E ponto.

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