Vídeo novo: renovando um tronco de árvore

Você já pensou em reutilizar um tronco de árvore? Por aqui a gente reaproveita tudo!

Depois de uma tempestade, perdemos uma árvore centenária em nosso sítio de Monte Azul e, para deixar a memória desta árvore eternamente conosco, transformamos parte de seu tronco em uma floreira para suculentas.

Além de enfeitar o jardim, a árvore carrega as lembranças boas do crescimento da vida. Aperte o play e confira a transformação completa!

E aí, o que achou deste projeto? Conta aqui 🙂

    Mãos na massa!

    Depois do fracasso meu primeiro “faça você mesmo – caixinha de papelão“, fiquei traumatizada, inconformada e insatisfeita. Um dos meus maiores defeitos (sim, considero isso um defeito porque é quase uma neura!) é ser perfeccionista, então decidi melhorar minhas habilidades manuais.

    Aproveitei minha última viagem pro interior e decidi fazer aulas de biscuit (conhecido também como “porcelana fria”). Achei que seria uma ótima oportunidade para ser mais delicada e paciente. E estou descobrindo a delícia do artesanato (justo eu, que odiava artesanato!). É realmente muito gostoso fazer e melhor ainda depois que fica pronto! Quase tudo o que eu fiz, dei de presente para a família e todos adoraram! E desde então, não parei mais: revistas, massas e ferramentas. Quando vou a algum lugar de artesanato, fico doida! Até o pinterest está me inspirando. E quando estamos inspirados, noite vira dia e a gente sempre acha um tempo pra encaixar o que gostamos de fazer.

    Essa é a minha “bagunça” na mesa da sala com os materiais todos espalhados. As massas coloridas, moldes, estecas e a maleta: assim fica mais fácil pra guardar tudo em um lugar só e transportar por aí (quando vou pro sítio, levo tudo comigo pra me distrair e deixar a criatividade fluir…). Preciso de espaço pra espalhar as coisas e visualizar melhor as ferramentas.

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    O molde deixa o trabalho mais fácil. Como ainda estou na fase iniciante, prefiro usar formas mais simples e ter um molde pra deixar as formas mais homogêneas. Usar o molde é super rápido e quase não precisa de reparos depois. Depois de usar o molde, dá pra ganhar mais “confiança” pra fazer e criar as próprias formas.

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    Essas balinhas e o picolé foram feitos a partir do molde básico, um dos primeiros que eu fiz. Atrás, coloquei um imã e deixei secar. Aí passei verniz e ficou mais ou menos com essa carinha (ainda falta uma mão de verniz pra tirar as ranhuras) 🙂 é muito legal para dar de presente ou lembrancinha. Além de fácil de fazer, fica muito fofo! Mas, apesar de pequenos, demoraram quase uma semana para ficar prontos. Então, sempre que for pensar em biscuit, tem que ter planejamento.

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    Essa bailarina eu fiz pra minha irmã. Foi meu primeiro trabalho sozinha, sem supervisão da professora e sem molde. Parece simples, mas acreditem: esse cabelo de tranças deu o maior trabalho! Sem contar as pernas dobradas… o joelho foi feito umas três vezes rsrsrs… é o trabalho ideal para praticar toda paciência, perseverança e persistência! Mas acho que vale a pena né?

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    E esse aqui é o mais completo que fiz até hoje. Um pote com cozinheiro 🙂 dei pra minha madrinha de presente, que adorou e já deixou de enfeite. Esse fiz com a ajuda da professora, mas ficou bonitinho né?

    Pote

    E aí, aprovada no artesanato? Conta aqui o que vocês acharam!

    Lição do dia: com paciência e criatividade, a gente chega longe!

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      Meu primeiro “faça você mesmo”

      E ontem resolvi encarar o desafio do “faça você mesmo”.

      Há algumas semanas encontrei perdidas por aí três caixinhas de papelão feitas pelo meu avô (ele tinha um super talento manual, e aproveitava coisas que a gente nem acreditava pra transformar em outras incríveis!) e, como eu adoro uma bugiganga, fiquei com dó de jogar fora e peguei pra mim. Logo pensei em pintar ou criar alguma coisa no papelão, pra deixa-las customizadas e enfeitando a casa.

      O problema é que não sei nem como segurar um pincel – se o pincel de maquiagem é difícil, imagina um de tinta… – então pintar já foi descartado. Então procurei aqueles filmes plásticos, mas tinha achado muito caro para usar em um projeto que eu não tinha certeza se ia dar certo. Foi quando, ao conversar com a minha tia, ganhei uns rolos de papel de parede que ela tinha em casa. Não custava nada tentar né?

      E, devido à falta de espaço em casa para atividades artesanais, abri uma toalha no chão e espalhei os materiais para começar o trabalho. Era uma mistura de “art atack” com “cuidado para não derrubar cola no piso”. Contei no relógio: 2 horas e 40 minutos. Sim. Todo esse tempo para apenas UMA caixa. E o resultado? Um terror! Era remendo de papel, cola aparecendo, papelão descoberto, dedos sujos e costas doendo.

      Hoje eu agradeço à minha escola por ter dado aulas de artes até o primário. Caso contrário, ainda não tinha conseguido me formar. Ontem foi o suficiente para eu saber que este não é um blog de “faça você mesmo” se eu quiser manter meus leitores. Sei fazer faxina, organizar, passar roupa. A sorte é que a San é a cozinheira, senão também seria um desastre. Artesanato? Só daqui a algumas vidas pra eu aprender a fazer.

      Infelizmente tenho que mostrar o resultado para que possam acreditar em mim. E como a caixinha era do meu avô, não podia jogar fora então aproveitei para guardar itens de banheiro. A pergunta agora é: o que fazer com as outras duas?

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      E o resultado, dedos sujos e grudentos de cola!

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      Lição do dia: este foi o primeiro (e provavelmente o último) faça você mesmo desta Casa 😛

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