Concha y Toro é uma das vinícolas mais admiradas do mundo em 2018

 

Quem me conhece e acompanha o blog há um tempinho sabe que sou muito fã (real oficial) dos vinhos Concha y Toro. Ano passado tive o prazer de viajar para o Chile e conhecer a vinícola pessoalmente e ficar ainda mais apaixonada pela marca. Além disso, pude conferir a lenda do Casillero del Diablo pessoalmente; se você não viu, clique aqui.

E este ano, a Concha y Toro está entre as três marcas mais admiradas do mundo no estudo “The World´s Most Admired Wine Brands 2018” realizado pela Drinks International. Desde 2011, a vinícola chilena está nas primeiras posições do estudo que avalia as marcas e os produtores mais conhecidos e admirados nos cinco continentes. Assim como no ano passado, a Concha y Toro foi posicionada como a segunda colocada na pesquisa, que é reconhecida pela indústria global pela sua independência e credibilidade.

“A vinícola chilena continua a impressionar os jurados da academia com a habilidade de atender tanto aos desejos do mercado internacional de vinho, com a marca Casillero del Diablo, como à exigência do mercado premium, por meio dos rótulos de Don Melchor e Terrunyo”, afirma a publicação. “A Concha y Toro continua a entregar qualidade em todas as faixas de preço e ao mesmo tempo manter o sucesso de vendas e crescimento das suas marcas”, complementa.

O ranking “The World´s Most Admired Wine Brands” é realizado, anualmente, há sete anos. A academia de jurados é composta por especialistas Master of Wines: consultores, enólogos, escritores especializados, compradores, professores e pesquisadores. O voto em cada uma das marcas selecionadas é orientado de acordo com os seguintes critérios:

  • Apresentar qualidade constante e crescente;
  • Deve refletir o país ou região de origem;
  • Responder às expectativas e gostos do seu público-alvo;
  • Sucesso na distribuição e embalagem;
  • Apresentar atrativos para um público de grande alcance.

Para aqueles que apreciam um bom vinho, sabem que a marca Concha y Toro oferece diversos tipos para todos os paladares ~ e bolsos. Alguns exemplos que mostram a variedade são as marcas: Reservado, Frontera, Casillero del Diablo, Trio, Terrunyo, Marques de Casa Concha, Don Melchor, entre outros.

Fundada em 1883, a Vinícola Concha y Toro tornou-se a maior empresa vitivinícola da América Latina, quinta empresa do mundo em maior volume comercializado e segunda em superfície de vinhedos plantados. No Brasil é líder no segmento de vinhos importados. Em 1996, expandiu seus negócios e criou a Vinícola Trivento Bodegas y Viñedos, na Argentina, e em 2011, adquiriu a vinícola californiana Fetzer Vineyards. Hoje, a vinícola Concha y Toro está presente em 147 países, possui 12 filiais de distribuição, e é referência mundial na indústria vitivinícola.

 

Vale a pena conhecer um pouquinho mais sobre a vinícola na minha viagem para o Chile, confira clicando aqui.

 

    Vídeo: Valparaíso e Viña del Mar

     

    Continuando a série de posts pelo Chile, hoje tem mais um blog no Canal no Youtube! Eu e Carol vamos contar um pouquinho mais sobre o bate e volta à Valparaíso e Viña del Mar. Depois da aventura à Cajón del Maipo, resolvemos fazer este passeio por conta própria.

    Fomos até à estação rodoviária e compramos passagem de ônibus até Valparaíso por 3.500 pesos ~ cerca de 18 reais ~ que fica a 130km de Santiago em pouco mais de 1 hora de viagem. Aperta o play pra conferir!

    Valparaíso é uma cidade portuária e patrimônio da Unesco, com artes a céu aberto espalhadas por todo o canto.
    Nossa primeira parada foi em La Sebastiana, uma das casas de Pablo Neruda que se tornou um museu aberto à visitação. Por 7 mil pesos é possível explorar cada cantinho de onde o escritor morou e conhecer um pouco mais de sua história. Vale a visita!

    E saindo do museu, seguimos sem rumo pelos altos e baixos da cidade. Literalmente. São mais de 40 morros pela cidade: esteja disposto a caminhar bastante! O que ajuda também são os ascensores espalhados pela cidade, que são uma espécie de elevador e bondinho bem baratos e que sobem e descem até os cerros que existem na cidade.

     

     

    Aproveite e curta cada cantinho e cada parede colorida de Valparaíso!
    Para o almoço, fizemos uma pausa em La Concepción ~ um restaurante com vista para o porto e comida maravilhosa!

    Depois do almoço, seguimos de Uber a Viña del Mar. A apenas 9 km de Valparaíso, a viagem durou cerca de 10 minutos. Caminhamos pelo calçadão

    e fomos conhecer o famoso relógio de flores da cidade. Logo depois, tive que matar a vontade de colocar os pés no mar do Oceano Pacífico. Que água gelada! Mas valeu a pena.

    Dá para visitar as duas cidades em um único dia, adoramos fazer este passeio.

    E aí, o que achou dessa aventura?
    Conta pra gente 🙂

      Vídeo: Cajón del Maipo e Embase el Yeso

       

      Este capítulo da viagem ao Chile vai ser um pouquinho diferente: vamos contar os detalhes em vídeo. Isso mesmo! Fizemos um vlog super especial para mostrar a nossa aventura para Cajón del Maipo e Embase el Yeso. Aperta o play aqui:

      A menos de 20km da capital Santiago (e a cerca de 1h30 de viagem devido à estrada ser bem estreita), a região de Cajón del Maipo e Embase el Yeso vale a pena ser visitada! Contratamos um tour no Mercado Central de Santiago e saímos logo cedo em direção a Embase el Yeso. Nosso passeio começou em San José de Maipo, uma aldeia pequena fundada em 1792. Lá, fizemos uma pequena pausa para tomar um café e seguimos viagem em direção ao destino final. Então, seguimos até o reservatório El Yeso, localizado a 2.500 metros acima do nível do mar, e a principal reserva de água de Santiago. A paisagem é de tirar o fôlego. Literalmente.

      O serviço de tour que contratamos não seguia viagem até o destino final… fomos de ônibus, que não subia até o topo da montanha em Yeso. Ou seja, tivemos que ir caminhando. Apesar da paisagem maravilhosa, foi bem cansativo: tivemos que subir cerca de 4km a pé a 5.000 metros de altitude! Ainda bem que não estava tão frio e que já era primavera. É importante saber: antes de ir, veja as condições climáticas pois durante o período de neve, a caminhada se torna ainda mais difícil e perigosa.

      Claro que a caminhada valeu a pena. Cheguei cansada, mas a paisagem é maravilhosa em uma vista surreal: mistura de montanha, neve e lago em cores lindas. Mas acredito que poderia ter sido melhor. Quando chegamos ao topo da montanha, vimos várias vans que levaram seus passageiros até lá, com água, comida e vinho (snif!).

      Nós fizemos nosso lanche apenas na volta, depois de descer mais 4km a pé. Pelo menos na descida foi um pouco menos cansativa.

      Contratamos a empresa chamada Turistik ~ por 50 mil pesos, ou cerca de 250 reais, que nos levou até as montanhas. Vale a pena pesquisar as empresas que fazem este passeio antes de fechar. Com deixamos para definir este passeio na hora, faltaram opções para uma busca melhor. Fica a dica: pesquise e pergunte muito!

      Vá com roupas confortáveis e leve com você sempre uma garrafa de água. Apesar da aventura ~ e de alguns perrengues ~, este é um passeio imperdível, que nos proporciona fotos maravilhosas em uma paisagem tranquila e silenciosa.

      Conte o que achou do passeio e do nosso vlog! 🙂

        Descobrindo a lenda do Casillero del Diablo

         

        Para quem amou o post anterior sobre a minha visita à vinícola Concha y Toro, hoje tem mais! Depois de conhecer as uvas, o casarão de Don Melchor e fazer duas degustações, seguimos para um dos pontos mais legais do passeio: conhecer de pertinho a lenda do Casillero del Diablo.

        Fomos até a adega original da lenda de Don Melchor, que foi feita em meados do século XIX. Atualmente, a adega é um patrimônio arquitetônico da vinícola. Ela foi construída à base de tijolos assentados com uma técnica conhecida como cal e canto (mistura de areia, cal e clara de ovo) que dá firmeza à estrutura e permitiu que a adega tenha se mantido quase que intacta ao longo dos anos. Além disso, ela fica quatro metros abaixo da terra, o que mantém naturalmente as condições perfeitas para a guarda do vinho no barril.

        E é justamente assim que a lenda começa. Por ter condições perfeitas para guardar os melhores vinhos, don Melchor construiu esta adega para consumo pessoal. Porém, algumas de suas melhores garrafas começaram a desaparecer. Para evitar que isso continuasse acontecendo, ele criou uma lenda e espalhou o boato de que o Diabo mesmo era quem cuidava do local. Desde então, nunca mais nenhuma garrafa sumiu do lugar que, com o tempo passou a se chamar ‘Casillero del Diablo’, dando origem ao vinho chileno mais conhecido e reconhecido mundialmente.

        Esta parte do passeio é bem interativa, com filmes, sons e barulhos que deixam os visitantes entrar totalmente no clima e no mistério que cercam a lenda.

        Atualmente, a adega abriga a lenda e os melhores vinhos da vinícola, inclusive o acervo pessoal dos sócios da empresa.

        E aí, o que achou da lenda? A melhor herança que a lenda nos deixa é o próprio vinho Casillero del Diablo, que é uma das marcas mais icônicas e famosas da vinícola e um dos meus vinhos favoritos.

        Me conte o que achou dessa história e continue acompanhando mais curiosidades e histórias da minha viagem ao Chile 🙂

          Um tour pela vinícola Concha y Toro

           

          Impossível escrever sobre vinhos por aqui e não falar da Concha y Toro né? Para quem acompanha o blog há algum tempo sabe do meu carinho pela marca e que na minha viagem ao Chile não poderia ser diferente: o tour pela vinícola Concha y Toro seria uma parada obrigatória. 🙂

          Saímos de São Paulo com a reserva já feita através do site. É possível agendar com até 24h de antecedência, dependendo da disponibilidade dos horários. Chegando à Concha y Toro, basta se identificar na entrada e informar o número da reserva para ter o acesso liberado.

          Existem dois tipos de tour: o Tradicional e o Marques de Casa Concha. A diferença entre eles é basicamente a quantidade de degustações e os horários de visita. Com maior disponibilidade de horários (é possível agendar visitas das 10h às 17h), optamos pelo tour Tradicional, com 1 hora de duração e guia em português. Este passeio custa 14 mil pesos (cerca de 75 reais) e inclui ~ além do tour pela vinícola ~ 3 degustações e uma taça da vinícola de presente ao final do passeio.

          Ao passar pelo portão principal, havia um guia para informar o ponto de encontro. Chegamos com cerca de 30 minutos de antecedência e o tour pela vinícola começou pontualmente no horário agendado.

          A visita começa pelos jardins da vinícola que dão acesso à mansão onde morava a família fundadora da Concha y Toro, que criou a marca em 1883. Tudo começou quando Don Melchor ~ o criador de Concha y Toro ~ trouxe uvas da Europa para plantio e consumo próprio de vinho.

          Atualmente, a marca conta com mais de 100 mil hectares de plantação, espalhados por 54 vinhedos do Chile, Argentina e Estados Unidos. A Concha y Toro possui 12 marcas de vinho (Carmín de Peumo, Don Melchor, Amelia, Terrunyo, Marques de Casa Concha, TRIO, Casillero del Diablo, Sunrise, Frontera e Almaviva) e exporta para mais de 100 países, sendo a maior marca de vinhos do mundo em produtividade.

          Saindo do jardim, caminhamos em direção ao vinhedo de Pirque Velho, com lugar para 26 cepas de uvas viníferas. A época de colheita é entre os meses de março e maio, portanto não foi possível ver as uvas; apenas a folhagem crescendo. E foi uma experiência e tanto, é realmente lindo!

          E então fizemos a primeira parada para degustação: o primeiro vinho foi um Marques da Casa Concha Sauvignon Blanc super leve e gostoso. Melhor ainda porque provamos com esta vista maravilhosa!

          Em seguida, em um ponto um pouco mais alto, passamos para a degustação de vinho tinto: fomos de Carmenere Marques de Casa Concha, um pouco mais encorpado mas igualmente delicioso.

          E seguimos o tour para uma das partes mais aguardadas do passeio: a lenda do Casillero del Diablo! Pudemos visitar e conhecer a área de armazenagem dos barris e um pouco mais sobre a lenda tão famosa de Don Melchor. Vou contar os detalhes dessa visita e um pouco mais sobre a lenda em um post exclusivo, com fotos incríveis ~ inclusive com o próprio diabo rsrsrs…. ~ aguardem!

          Finalizamos o passeio com uma última desgustação: um Casillero del Diablo! Ao fim do tour, fomos direto ao Wine Bar para almoçar. Entre sanduíches e saladas, é possível também escolher uma tábua de queijos e frios e harmonizar com os vinhos Concha y Toro. Eu comi um ciabatta de avocado com ricota, salmão e mostarda harmonizado com um Chardonnay. Incrível!

          Por fim, fomos à loja da vinícola com todas as variedades e marcas da Concha y Toro disponíveis para venda. Os preços são inacreditáveis se comparados ao Brasil. Tivemos sorte em aproveitar uma promoção de 4 garrafas de Marques de Casa Concha por 37.000 pesos (algo em torno de 185 reais). Apenas para comparar: aqui no Brasil é possível encontrar cada garrafa a partir de 120 reais. Ou seja, se você é fã de vinhos, vá com a mala vazia para aproveitar esta oportunidade!
          *Vale a pena consultar a companhia aérea. Eu fui de Latam e era permitido trazer na mala de mão 4 garrafas.

          Como chegar: a vinícola fica a cerca de 30km do centro de Santiago e é bem tranquilo utilizar transporte público para chegar até lá. Nós fomos de metrô e ônibus e o único ponto negativo foi carregar os vinhos que compramos na volta. Como os preço estavam muito bons, não resistimos e trouxemos pra casa algumas garrafas 🙂

          Fizemos o seguinte roteiro: no Metro de Santiago pegamos a linha 4 (azul escuro) até a Estação Las Mercedes. Saindo da estação, fomos à saída “Concha y Toro Oriente” e então pegamos um ônibus ~ apenas as linhas Metrobus n° 73, 80 ou 81, que param em frente à entrada da vinícola ~ que nos deixou bem em frente à entrada principal. Cada trajeto fica em menos de 1.500 pesos (cerca de 7 reais) por pessoa.

          Vinícola Concha y Toro
          Avenida Ramon Subercaseaux, 210 -Pirque
          De segunda à domingo das 10h às 17h
          Idiomas: espanhol, inglês e português

          Não perca o próximo post: vou contar um pouquinho mais sobre a lenda do Casillero del Diablo!