Paderrí chega ao Brasil

Os amantes da gastronomia francesa terão uma opção deliciosa para incrementar suas refeições, seja no café da manhã em família, no lanche rápido no trabalho, na escola ou até mesmo no preparo de receitas mais elaboradas com aquele toque francês.

A marca Paderrí desembarca no Brasil e lança uma linha exclusiva com receitas autênticas da França. Aliando o “saber fazer francês” ao gosto do brasileiro, a Paderrí desenvolveu produtos originais como pães, as tradicionais madeleines e os crepes recheados de chocolate. Tudo para agradar os mais variados paladares.

A proposta da marca, além da praticidade, é oferecer por meio de seus produtos, as mais deliciosas experiências francesas, a começar pelo seu nome. “Paderrí” é uma brincadeira sobre a possível tradução de “padaria” para o idioma da França, lembrando a pronúncia da palavra por um francês. Isso por si só já traz a personalidade da marca, que é divertida e pretende proporcionar bons momentos aos seus consumidores, trazendo um pouco do imaginário francês.

O portfólio de produtos da marca conta com uma linha de pães, em formatos diferenciados e textura macia, como o Pão de Leite e a Baguete Viennoise, que combinam com os mais diferentes tipos de recheios e receitas. Já as Madeleines, pequenos bolos tradicionais na França, chegam em embalagens fáceis de consumir e compartilhar e possuem três versões: Tradicional, Chocolate e Gotas de Açúcar. Elas podem ser consumidas entre as refeições como um snack ou até mesmo como sobremesa. A grande inovação do mercado são os Crepes Recheados de Chocolate, produto de grande sucesso na França e presente em 94% dos lares do país. Os crepes proporcionam praticidade e são perfeitos para serem consumidos em qualquer momento do dia, agradando desde os pequenos até os mais velhos.

A Paderrí é uma marca da Norac Foods, fabricante de produtos de panificação e confeitaria na França há mais de 30 anos, e chega às gondolas dos principais mercados brasileiros, trazendo o melhor da França a preços acessíveis.

Para conhecer mais sobre os produtos acesse: http://www.paderri.com.br/

E aí, o que achou desta novidade deliciosa? Conta aqui 🙂

    Um dia no Mercadão de São Paulo

    Este final de semana, deu a louca na família e decidimos fazer um passeio diferente: passar o dia no Mercado Municipal de São Paulo, o famoso Mercadão. Chegamos cedo, por volta das 10h, deixamos o carro num estacionamento ali por perto e fomos desbravar a imensa variedade de frutas, verduras, legumes, carnes, aves, peixes, frutos do mar, massas, doces, especiarias… são tantas opções que você fica realmente encantando (e perdido!) com o que acontece por ali.

    O prédio tem uma arquitetura apaixonante e o clima das pessoas e do ambiente contagia. Muitas vezes me peguei parada apenas observando o movimento das pessoas, da variedade de produtos e da luz natural que entra no mercado ao longo do dia.
    Quem estiver de passagem por São Paulo ou morar aqui vale muito a pena a visita. Apesar do grande movimento (por volta das 15h fica quase impossível andar tranquilamente por lá) é um passeio incrível.

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    Em quase todas as bancas de frutas a gente conseguia encontrar porções pra comer na hora: salada de frutas e potinhos de morango cobertos com leite condensado ou chocolate derretido e o mais diferente: fatias de abacaxi, servidas individualmente – muita gente viu essa foto e achou que era pastel, mas JURO que era só abacaxi

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    Depois das compras e do passeio, era hora do almoço! Não sei como conseguimos almoçar depois de tanto beliscar as amostras das barracas. Tem de tudo: além de frutas, pães, queijos, patês, azeites e azeitonas provei doces (sim, experimentei vários chocolates e balas de goma!) – é um verdadeiro desafio conseguir sentar pra almoçar.

    Por outro lado, ir ao Mercadão e não comer os famosos pastel de bacalhau e sanduíche de mortadela, simplesmente não é ir ao Mercadão. Arranjei algum espaço na barriga pra caber as tradições do Mercado de São Paulo e pedi um sanduíche de mortadela com queijo. MARAVILHOSO. Imperdível. Recomendo para todo mundo que estiver passando pelo centro da cidade e tiver um momento de fome. Pra acompanhar, o pessoal da mesa pediu um bolinho de bacalhau – bem discreto e pequeno, como podem ver. Rsrsrs…

    As porções são super bem servidas, pra não falar exageradas. Então vale a pena dividir os pratos pra poder experimentar um pouco de tudo.

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    Até que para o tamanho da tentação, comprei poucas coisas. Quis aproveitar a oportunidade e comprar temperos e comidas que normalmente não encontramos em supermercados de bairro: sal rosa do Himalaia – ainda preciso descobrir exatamente em quais ocasiões utilizar, azeite grego, pimenta + moedor, frutas secas (pra quem gosta, são infinitas opções), azeitona, patês e não poderia faltar: imã de geladeira!

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    Lição do dia: é simplesmente incrível acordar num final de semana de sol e fazer um programa diferente

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      E o que eu tenho a ver com isso?

      A polêmica das sacolas de plástico. O que afeta a minha vida? O que eu tenho a ver com isso? Porque eu devo me preocupar? Estas perguntas me apareceram hoje, na minha ida semanal ao mercado para comprar produtos de limpeza (apenas um adendo: estou desconfiada de que minha ajudante toma Veja Perfumes da Natureza ao invés de água. Nunca vi acabar tão rápido…).
      Há vários meses eu, namorido e minha família já adotamos as sacolas retornáveis – ou ecobags. Confesso, levamos um tempo para nos adaptar, mas conseguimos vencer o pré conceito e entender tudo o que envolve uma sacola plástica e quais as suas consequências.
      E é triste (para não dizer revoltante) ver que em um supermercado de aproximadamente 15 terminais de caixa, apenas duas pessoas usavam a ecobag para guardar suas compras – eu e minha mãe. E, ao conversar com a caixa sobre o assunto, tivemos que ouvir “a gente não deixa as sacolas plásticas expostas, entrega ao cliente somente o necessário e adotou a medida de contratar um embalador por terminal, para o cliente não abusar e pegar muito mais sacolas do que realmente precisa”.


      Fala sério. Aposto que mais de 90% destas pessoas irão usar essas sacolas como lixo ou então simplesmente fazer com que elas componham o seu próprio lixo. Elas não são recicláveis, demoram pelo menos 200 anos para se decompor e ainda liberam toxinas, entopem bueiros, matam animais e de quebra também poluem.
      E agora eu me pergunto: o que isso afeta a minha vida? Sendo um pouco egoísta, isto afeta minha rinite devido a não dispersão da poluição no ar, afeta o trânsito para ir para casa devido aos alagamentos e entupimentos de bueiros e esgotos, afeta no aumento de ratos e insetos devido ao desequilíbrio na cadeia alimentar. Agora pensando no meio ambiente, já podemos imaginar o tamanho dos danos de mais de 11 milhões de pessoas na cidade de São Paulo usando e descartando suas sacolas plásticas por aí.

      Apenas um desabafo. Espero que a gente consiga mudar nossas crenças e opiniões enquanto há tempo. Não muito.

      Lição do dia: vamos adotar de vez as ecobags. Não poluem, não são jogadas fora. Não ocupam espaço no carro, não furam, não rasgam e cabem pelo menos quatro vezes mais produtos que as sacolinhas de plástico.
      Dica de leitura: Por uma vida sustentável.

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        Ler antes de comprar, este é o segredo.

        Quando eu nasci, vim com o gene da superação de fábrica e desde que me mudei percebo como este gene tem se desenvolvido cada vez mais. Ontem foi mais um exemplo de conseguir superar as minhas próprias barreiras. E adivinhem onde cruzei essa linha? Sim, claro que na compra do supermercado.
        Ontem, na compra rotineira semanal, estava passando pelas gôndolas de produtos de limpeza quando me dei conta de que não tinha aqueles produtos coloridos para deixar cheirinho no vaso quando a gente dá descarga. Como eu tinha vivido tanto tempo sem aquilo? Como eu iria suportar viver se não tivesse um daqueles?
        E, no meio de tantos questionamentos, resolvi experimentar um deles pra ver o que iria dar e se realmente ficaria com cheiro bom. O único medo era exagerar na fragrância e deixar meu banheiro com cheiro de sanitário de posto de rodoviária. Enfim, resolvi comprar.
        Como sou uma pessoa que assiste bastante televisão, já fui logo na marca do patinho ninja. Aí tinha me lembrado que tinha um novo produto em formato de gel, que não precisava trocar e blá blá blá. “Higiênico e fácil de trocar”. Não requer prática nem habilidade, pensei. O produto certo para mim. Certo? Errado.


        Ao chegar em casa quis testar a novidade. E aí, onde é que liga? Revirei o produto, o manual de instruções e até tentei interpretar os desenhos. O problema é que eu não achava o tal do aplicador para manusear o gel. Vai com uma caneta mesmo. Peguei aquela bic velha da gaveta para empurrar o gel no tubo. Até que ficou bonitinho. Mas que trabalhão para colocar um gel no vaso né? Foi quando em um momento de sanidade li mais uma vez a embalagem: REFIL. Esta embalagem não contém o aplicador. Não sei se era pra rir ou pra chorar. Mas mais uma vez, consegui me superar e mostrar para mim mesma que sou o preparo em pessoa para cuidar de uma casa.
        E no final das contas nem percebi tanta diferença assim, mas de qualquer forma ainda tenho 5 aplicações para fazer. Ainda bem que não joguei a bic fora.

         

        Lição do dia: tô achando que a boa e velha descarga já dá conta do recado…

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          Cadê a lâmpada mágica?

          Hoje quando cheguei em casa, meu único desejo na vida era o de tomar um banho bem quentinho, colocar aquele pijama de flanela e ficar jogada no sofá assistindo à minha novela das 19h.

          Aproveitei pra sair cedo do trabalho, já sonhando com aquela “mantinha de plush” que iria aquecer meus pés nesse friozinho, aquela fornada de pão de queijo que iria fazer para acompanhar a TV. Sabe aquele sonho simples porém perfeito? Então, toda essa história nunca aconteceu. De acordo com o ditado “alegria de pobre dura pouco”, ao chegar em casa a primeira coisa que vejo é o livrinho de recados, escrito por minha ajudante com uma lista enorme e interminável de coisas para comprar no mercado.

          A minha pergunta é: quem neste planeta vai ao supermercado numa quinta-feira à noite? É sério. Quinta-feira é a noite do happy hour, de comemorar a vitória do timão, de disk pizza e até o dia do desconto na manicure. É dia de qualquer coisa menos compra de mercado, e ainda por cima, de produtos de limpeza.

          Quando era criança sempre imaginei, se tivesse a oportunidade de Alladin, quais seriam os meus três desejos da lâmpada mágica. Agora que estou mais velha e madura (not!) tenho certeza de que um dos desejos seria que as coisas não acabassem nunca dos armários. Imaginem nunca mais ter que comprar papel higiênico, amaciante ou até mesmo pano de chão. Isso sim seria alegria infinita.

          Mas como nada na vida é só alegria e não importa o que aconteça, temos a Lei de Murphy pra lembrar que você sempre irá comer macarrão ao sugo quando estiver com camisa branca, acabei indo ao mercado comprar o que estava na lista. Porém, não resisti: tive que comprar umas besteirinhas pra mim e pro namorido. E eis o resultado da compra: menos útil e mais gordices.

          Lição do dia: experimentar as compras de mercado pela internet.

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