Vídeo novo: carriola de flores

 

Que tal começar a semana com uma inspiração de ‘faça você mesmo’ super simples, prática e que vai deixar seu quintal e sua casa super charmosos?

Aproveitei a obra que está rolando no sítio e transformei uma carriola de carregar cimento em um jardim de suculentas. Este foi o resultado:

Acompanhe o passo a passo desta transformação no vídeo de hoje. Aperte o play e confira:

E aí, o que achou do resultado?
Conta aqui 🙂

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    Sobre as lâmpadas em casa

    O assunto “lâmpada” só apareceu nessa casa quando, ao tentar acender o abajur, ela queimou. E quando eu fui trocar e puf: queimou de novo! Além de muito irritada, comecei a pesquisar a respeito dos tipos de lâmpada, preço e durabilidade e, por incrível que pareça, o resultado foi surpreendente.

    O fato é que a gente começa a mudar a maioria de nossos costumes e atitudes quando eles afetam o nosso bolso. Mas e se, além de conseguirmos economizar na conta de luz, a gente conseguir economizar energia e contribuir para o meio ambiente, tudo de uma vez? Esta opção existe!

    Trocar as lâmpadas de casa de incandescentes por fluorescentes é uma ótima opção. O consumo é menor, as lâmpadas têm maior durabilidade e ainda gastamos menos. Há também a opção das lâmpadas de LED, que tem durabilidade ainda maior que a fluorescente, mas devido ao seu alto valor, esta ainda não é a melhor opção para termos em casa.

    Veja aqui as principais diferenças entre os principais tipos de lâmpadas que encontramos para vender nos mercados para poder escolher a melhor opção para ter em casa:

    Incandescente:

    • Transforma parte da energia elétrica consumida em calor, gerando mais calor do que luz;
    • Baixo custo (de R$ 1,50 a R$ 2,50);
    • Duração de 1.000 horas

    Fluorescente:

    • Lâmpada fria, não gera calor;
    • Maior custo (de R$ 7 a R$ 11);
    • Duração de até 8.000 horas.

    Vale a pena analisar e fazer algumas contas, pra ver se realmente compensa a troca de lâmpadas. Depois que as duas lâmpadas do abajur (que eram incandescentes) queimaram em seguida, só uso fluorescente em casa – e em um ano de apê não tive nenhum problema até agora! Mas, só pra garantir, tenho sempre uma guardada na gaveta de reserva.

    lampada

    Mas, apesar da ótima opção, devemos ficar atentos! O descarte das lâmpadas fluorescentes não podem ser feito em lixos comuns. Como este tipo de lâmpada contém mercúrio, elas podem contaminar o solo e a água se jogadas em aterros ou misturadas com lixo orgânico. É importante lembrar também que as lâmpadas não podem ser jogadas no lixo de vidro. Atualmente muitos supermercados ou lojas de construção possuem pontos de coleta de lâmpadas, para descartar o lixo certo no lugar correto. Fique atento e vamos fazer nossa parte.

    Fonte: Globo.com, How Stuff Works, eCycle.

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      Reciclando em casa #3: vidro

      O vidro, assim como o plástico, é um dos materiais mais comuns que encontramos nas compras de casa, principalmente nas embalagens de alimentos: vidros de azeitona, azeite, molho de tomate, etc. Uma das vantagens do vidro é que é composto por material 100% reciclável, ou seja, depois de ser descartado ele pode ser reaproveitado para a fabricação exata daquilo que era antes (por exemplo, se jogarmos fora um vidro de geléia, ele pode ser utilizado para a fabricação de novo vidro de geléia). O único problema é que o vidro não é um material biodegradável; ou seja, ele não se decompõe no ambiente – uma vez jogado na natureza, pode ter certeza de que nossos netos irão encontrar o mesmo vidro, intacto.

      Por isso é importante prestar atenção nos materiais que compõe nossas compras de mercado e onde iremos descartar as embalagens depois do uso. Se o prédio ou casa onde você mora não possui coleta seletiva, procure comprar produtos com embalagens biodegradáveis, assim, se houver mistura com material orgânico, o lixo pode ir para os aterros sanitários para o processo de decomposição. Caso contrário, faça a limpeza do vidro antes de descartar, para tornar possível a reciclagem.

      No Brasil, cerca 3% de nosso lixo é composto pelo vidro e, desse material, quase 47% é reciclado. 100% é reaproveitado, o que consequentemente gera economia de material e energia às industrias produtoras de vidro. Veja abaixo o que pode e o que não pode ser reciclado, para contribuirmos com a redução de lixo indevido e o descarte deste material no meio ambiente.

      O que pode ser reciclado:

      • Copos e jarras;
      • Frascos de remédio e perfume;
      • Garrafas;
      • Vidro colorido;
      • Potes de alimentos.

      O que não pode ser reciclado:

      • Espelhos;
      • Pirex e vidros temperados;
      • Vidros de janelas, box e carros;
      • Lâmpadas;
      • Tubos de televisão e válvulas;
      • Ampolas de medicamentos,
      • Cristal, porcelana e cerâmica.

      Abaixo, o diagrama mostra o ciclo de reciclagem do vidro. É importante ressaltar que, ao descartar, o vidro deve estar limpo e descontaminado, para que possa ser reciclado. Cacos de vidro também são recicláveis mas é importante que sejam embrulhados em papel ou jornal antes de jogados no lixo!

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      Fonte: Instituto GEA, How Stuff Works.

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        Reciclando em casa #2: plástico

        Quantas vezes a gente já ouviu falar por aí que o plástico não é saudável para o meio ambiente? Pois é, não é mesmo. O plástico é um material derivado do petróleo e dos gás natural e possui alta durabilidade, portanto seu descarte na natureza é complicado e muito demorado – pode demorar séculos para este material se decompor no ambiente. Porém, devido ao baixo custo de produção, praticamente todos os produtos que adquirimos em casa tem plástico em sua composição: embalagens de produtos de beleza, limpeza, água, garrafas de refrigerante, embalagens de alimentos e até de produtos de higiene.

        O grande problema, porém, é descartar o plástico junto com o lixo comum. Se for encaminhado junto ao lixo orgânico, pode ir para os lixões e ser queimado indevidamente, gerando poluição (muitas vezes nociva, dependendo do tipo de plástico) à atmosfera. Ou então, pode ir direto a aterros sanitários, se misturando com os demais elementos e assim prejudicando a compactação e decomposição do lixo. Atualmente a taxa de reciclagem deste material no país atinge apenas aproximadamente 18% devido à grande dificuldade de separação do lixo: por isso a importância de separarmos em casa!

        Veja abaixo uma pequena listinha do que pode e o que não pode ser separado e reciclado em casa. As embalagens devem ser limpas antes do descarte, para não haver contaminação e assim tornar possível a reutilização.

        O que pode ser reciclado:

        • Embalagens de produtos de limpeza e beleza;
        • Embalagens de plástico de ovos, frutas e legumes;
        • Canetas esferográficas, escovas de dentes, baldes, artigos de cozinha;
        • Garrafa PET;
        • Saco plástico.

        O que não pode ser reciclado:

        • Copos de iogurte;
        • Embalagens sujas ou engorduradas;
        • Embalagens à vácuo;
        • Fraldas descartáveis;
        • Cabo de panela;
        • Acrílico;
        • Isopor.

        Dica da Casa: sempre que possível escolha pelas sacolas de mercado retornáveis. Além de mais resistentes, demoram anos para serem trocadas. Esqueceu a sacola em casa? Não tem problema; opte por caixas de papelão – no supermercado tem sempre um cantinho o qual podemos pegar as caixas para transporte sem custo. Estas opções são sempre mais sustentáveis do que pegar aquele monte de sacolinha plástica que ficam no caixa.

        plasticoxpapel 

        Fonte: Sua Pesquisa, Info Escola, Instituto GEA,

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          Reciclando em casa #1: papel

          Desde que virei dona de casa, uma das minhas maiores preocupações é a questão da reciclagem do lixo. O prédio onde eu moro tem a separação daquilo que é reciclável e o que não é, mas mesmo assim sempre aparece aquela dúvida de uma coisinha ou outra e em qual lixo jogar. E como meu espaço aqui em casa é pequeno, deixo tudo aquilo que vai ser reciclado em uma sacola separada do lixo orgânico, e sempre que estiver cheia, já levo pro lixo reciclável.

          Reciclando em casa será uma série com quatro capítulos dentro do tema “Casa Sustentável”, em que iremos falar sobre a separação dos lixos de papel, plástico, vidro e metal e vai ajudar a gente a tirar dúvidas como “será que papel de bala é reciclável?”. A verdade é que a gente sempre acha que nossa contribuição é pequena perto do todo, mas eu acredito que se cada um de nós fizer a sua parte, iremos caminhar para um mundo melhor e mais sustentável. 🙂

          O tema de hoje é sobre o descarte de papel em casa. Você sabia que mais 45% do papel produzido no Brasil em 2011 foi encaminhado à reciclagem? Além disso, hoje é muito comum ver por aí o uso de papel reciclado no trabalho e até mesmo no ambiente doméstico: a qualidade do papel é igual e a gente prejudica menos o meio ambiente.

          Em casa a gente deve ficar atento aos papéis que iremos descartar para reciclagem: não podem estar com restos gordura, resíduos orgânicos ou qualquer outra sujeira que possa contaminar o papel, pois isto o torna um lixo orgânico e não reciclável.

          O que pode ser reciclado:

          • Cadernos, papéis de escritório;
          • Jornais e revistas;
          • Caixas de papelão;
          • Caixas de leite e suco (atenção: devem estar descontaminadas!)

          O que não pode ser reciclado:

          • Papel vegetal;
          • Papel celofane;
          • Papel carbono;
          • Papéis sanitários e guardanapos usados;
          • Fotografias;
          • Fitas e etiquetas adesivas.

          Talvez possa ser um pouco trabalhoso até a gente se adaptar à reciclagem, mas uma vez que a gente se acostuma com o processo de separar o lixo, a organização em casa fica muito mais fácil 🙂
          Fica a dica!

          P.S.: papel de bala não é reciclável!

          ciclopapel

          Fonte: Instituto GEA, Bracelpa

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