Eu quero a paz de um amor tranquilo

“O amor transcende o entendimento”. Li esta frase no livro Amor pelas coisas imperfeitas e, depois de refletir um tanto sobre isso, apenas concordei. O amor acontece e ponto. E eu quero a paz de um amor tranquilo.

Eu quero a paz de um amor tranquilo

Amar é se aceitar e aceitar o outro, compreendendo os defeitos e abraçando as qualidades.

Amar é encontrar a paz no meio da turbulência. É estar seguro dentro de um abraço e ter a certeza de que nenhum mal vai te atingir porque amar é acreditar e, acima de tudo, confiar.

Esqueça as preocupações e as lágrimas porque isto não é amor: é ilusão. Quando o amor vem, a tranquilidade vem também.
Amar é deitar, dormir e sonhar. É acordar sorrindo sem saber se ainda está sonhando porque a realidade é um sonho.

A gente não cria o amor. Ele simplesmente acontece. E quando compreendemos quem somos e acreditamos nisto, abrimos o caminho do coração para que o melhor possa nos encontrar também. Às vezes demora. Às vezes não acontece no nosso tempo. Mas eu já entendi que eu sou feita de amor e o amor só vai acontecer quando o meu coração estiver em paz comigo mesma. Não quando eu quiser mas sim quando eu merecer.

Eu quero a paz de um amor tranquilo

Nós somos o que nós atraímos. O que você quer atrair? O amor é um longo percurso para ser percorrido: requer esforço e dedicação para durar. E muita calma e paciência para seguir. Eu quero a paz de um amor tranquilo.

Eu desejo um amor para a eternidade. Mãos dadas no cinema, no parque e para a vida toda. Quero um encontro de almas para caminhar na mesma direção em paz e com a tranquilidade de ter feito a escolha certa. Porque amor a gente não precisa entender, ele apenas é.

Eu quero a paz de um amor tranquilo

E, enquanto isso não acontece, sigo semeando as boas energias pelas trilhas por onde passo, porque tenho certeza que em algum momento – ou quando eu menos esperar – vou colher os frutos deste plantio. E vai ser próspero: vai ser amor.

    O entardecer do renascimento

    O dia que São Paulo parou para admirar

    14 de abril de 2020. O dia que São Paulo parou e abriu a janela. Silenciou. E admirou.

    E por um minuto a gente parou para olhar o céu e tudo aquilo que era angústia, por um minuto se tornou esperança.

    O silêncio, que antes era uma preocupação, por um minuto se tornou uma prece. Uma prece para agradecer por mais um dia. Uma prece para ouvir o silêncio e, através dele, nos sentirmos mais perto de Deus.

    Hoje foi o dia em que abrimos a janela da casa e junto com ela, abrimos uma janela para a fé, que nos fez acreditar em dias melhores. Fé de que tudo nessa vida é transitório e vai passar.

    Eu duvido encontrar uma pessoa que não terminou o dia sorrindo ao encontrar o pôr de sol no horizonte. O sol que iluminou ao se despedir e abençoou a todos que ele encontrou pelo seu caminho. E sem filtro nenhum, nos fez acreditar que é possível sorrir novamente.

    Em uma chuva de imagens, não consegui encontrar nenhuma que pudesse traduzir a verdadeira beleza de olhar com os olhos e sentir com o coração. Quem presenciou, se emocionou. Sim, é possível seguir o exemplo do sol: nascer e renascer. Refletir e brilhar. Silenciar e admirar.

    Hoje, os sentimentos transbordaram do peito. E hoje me transbordam as palavras. Uma mistura de fé com gratidão, por estar viva e poder presenciar este milagre bem diante de mim.

    Porque a combinação Deus e natureza é perfeita. E não há nada mais perfeito do que acreditar. Em tempos de solidão, Ele nos mostrou que nós não estamos sozinhos. Nunca estivemos sozinhos. Às vezes a gente esquece disso, mas Ele sempre dá um jeito de mostrar o contrário.

    O sol nasce e o sol se põe para nos mostrar que sempre há mais um dia para a gente acreditar. Sempre há mais um dia para a gente ter fé e sempre é tempo para viver. E renascer.

    Tudo vai ser diferente mas este 14 de abril nos mostrou que a vida pode ser melhor. Basta a gente acreditar.

    Pare e respire. Sempre teremos o amanhã.

      O amor em tempos de Corona vírus

      As lições que podemos aprender

      Como o amor pode nos mudar em tempos de Corona vírus? Primeiramente, pare por um momento. Inspire. Respire. E, o mais importante, não pire.

      O Corona vírus chegou sem pedir licença, sem avisar ou sem ser convidado. Pulo o muro, arrombou a porta e quebrou todas as janelas. Mas e agora? O que vai acontecer conosco? O que estamos aprendendo com isso? Agora chegou a hora de parar e refletir sobretudo qual o significado desse evento em nossas vidas.

      O Corona vírus não escolhe país, raça ou classe social. É um vírus que nos torna vulneráveis, sensíveis e com medo. Mas e se for comigo? E se for com alguém que eu amo?

      A quantidade de informações é enorme e o equilíbrio para absorver tudo isso é fundamental para manter a imunidade e, acima de tudo, a nossa saúde mental.

      Saúde mental que será colocada à prova. Que venha ioga, meditação, mindfulness e muita oração.

      Em tempos de doença, saúde é a maior riqueza que alguém pode ter. E riqueza não tem a ver com dinheiro, tem a ver com amor.

      Afinal, saudável é aquele que distribui amor sem esperar nada em troca. Para a família, para os amigos, para quem conhece e para quem não conhece. Amor que não se mede, amor puro e sincero é o maior e melhor remédio que podemos oferecer ao mundo.

      Juntos somos mais fortes

      só o amor sobrevive em tempos de corona

      Um mundo que está doente. Inegavelmente, este é um mundo egoísta e vazio de sentimentos que precisou pedir a um vírus a ajuda para ser notado.

      Então, que seja drástico. Porque a gente só muda radicalmente quando os sinais nos ameaçam, quando chegam perto de nós. Um vírus de fora que fez com que a humanidade olhasse para dentro. E para o próximo.

      Um Corona para exercitarmos o verdadeiro significado de empatia. Porque quando você se coloca no lugar do outro, tudo começa a fazer sentido e você entende que não estamos sozinhos e, de alguma forma, tudo o que você faz impacta a vida de pelo menos uma pessoa. E você sabe como pretende impactar a vida do próximo?

      Que o vírus seja um divisor em nossas vidas para que enfim possamos entender o nosso verdadeiro significado na terra.

      Você não é todo mundo e pode fazer a diferença. Afinal, só o amor pode nos mudar em tempos de Corona vírus. Então, clique aqui e veja o desabafo completo para refletirmos e mudarmos o mundo juntos.

        O que muda em 2017?

         

        Ano Novo. Novos desejos, novas promessas, novas esperanças. Este ano fiquei pensando qual seria o verdadeiro motivo para comemorarmos o ‘novo’. Afinal, de um dia pro outro é possível mudar tanta coisa assim? O que muda em 2017 que não foi capaz de acontecer em 2016? Qual seria o milagre do dia primeiro, que não conseguimos realizar até o dia 31 do mês anterior?

        É possível que novas coisas aconteçam se a gente continuar com os mesmos vícios? É possível emagrecer sem praticar esportes? É possível encontrar o amor sem sair de casa? E ser uma pessoa melhor que critica os defeitos do outro? Conseguiríamos ser mais felizes e continuar mau humorados? Não cheguei a nenhuma conclusão para tentar desvendar os segredos do ano novo.

        Mas precisamos concordar que o ano jamais será novo se continuarmos sendo velhos. Velhos hábitos e costumes, velhas manias, velhas reclamações. Acredito que a mudança começa por nós mesmos: de dentro pra fora.

        Mudança com o coração, com alma e toda a vontade. Afinal, não adianta ter só o desejo de mudar o ano e continuar sentado no sofá esperando que um milagre aconteça. Não é assim que a vida acontece. Para que o mundo mude, eu preciso primeiro mudar. Mas, além disso, preciso acreditar nesta mudança.

        Quero um 2017 simples: cheio de boas energias, pessoas que eu amo por perto, pés descalços, risadas e comida boa. Quero ser mais saudável, praticar esportes e não deixar para dizer depois o que o coração tem vontade. Quero tirar fotos incríveis e viver momentos que ficarão para sempre registrados no pensamento. Quero saúde para trabalhar e um amor que traga borboletas para o meu estômago.

        Que o Ano Novo só traga os melhores sentimentos, os abraços mais apertados e os passeios mais bonitos. Que nos traga sorrisos, respeito ao próximo e fé na humanidade. E que a mudança comece dentro de casa.

         

        Feliz 2017! 🙂

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          Por um café da manhã à mesa.

          Acordar. Atrasado. Café da manhã em pé. Sapatos no elevador, fruta na mão e maquiagem no carro. Chave na bolsa difícil de ser encontrada. Trabalho, email, telefone, reunião. Prazo curto e meta alta. Dia cansativo. Insônia e preocupação. Noite em claro. Dia seguinte.

          Alguém já parou para pensar porque nossa rotina é sempre assim? Porque estamos sempre exaustos (mesmo na segunda-feira) e insatisfeitos com as nossas vidas? Quem estabeleceu objetivos quase impossível de ser alcançados e porque sofremos tanto em conseguir atingí-los? Afinal, o que estamos procurando?

          Eu sinceramente não sei o porquê disso tudo. Não sei explicar porque não consigo acordar meia hora mais cedo para poder tomar um copo de leite e pentear o cabelo em dois processos separados. Todo dia. Não sei porque ainda não estabeleci prioridades no trabalho e porque fico nervosa e cansada com problemas pequenos na minha casa.

          Qual é o milagre que buscamos em nosso dia-a-dia a fim de torná-lo mais suportável e talvez um pouco – nem que seja por alguns momentos – feliz? Muitas vezes deixamos os bons momentos de lado porque estamos ocupados demais com a nossa rotina, reclamando de nossos problemas sem solução e trabalhando muito mais do que deveríamos (ou gostaríamos).

          Porque não dar uma pausa no trabalho e tomar um café com aquele colega do departamento que fica no andar debaixo? Ou porque não ligar para aquela tia do interior que tem saudades ao final do dia? Com certeza são alguns detalhes que irão nos fazer esquecer um pouco do trânsito que nos deixou irritados para conseguir chegar em casa. Talvez, se eu for me deitar meia hora mais cedo, consiga acordar sem atraso e um pouco mais disposta para encarar o dia que está chegando.

          O que estamos buscando só depende de nós mesmos. Muitas vezes a rotina nos consome e nos faz esquecer quem somos e onde queremos chegar. E, quando nos perdemos na correria do cotidiano, a vida se torna uma lugar monótono, triste e difícil. E cansativo! Não é fácil, mas precisamos estar atentos aos sinais, como se nossos dias fossem vagões de um trem: em qualquer movimento que nos leve para fora dos trilhos, uma corda deve ser puxada, o alarme disparar para nos avisar da importância de estar sempre no comando.

          Acordar. Atrasado. Não mais. Quando abrir os olhos já saberei exatamente onde quero chegar. E rotina nenhuma vai me desviar do meu caminho.

          www.tbfoto.com.br HYATT - SP/SP - 10/07/2011 Foto: Tadeu Brunell

           

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