Veja e o fim do ‘esfrega esfrega’

 

Essa semana recebi um convite de Veja para conhecer a nova campanha da marca “conta o esfrega esfrega na limpeza”. Desta vez, Veja propõe um desafio ao consumidor: quem comprar Veja Cozinha Desengordurante, Veja X-14 Banheiro ou Veja X-14 Tira Limo e não ficar satisfeito com sua eficiência, pode pedir o dinheiro de volta. Isso mesmo! Uma ideia totalmente inovadora, que mostra a confiança da marca em relação à qualidade de seus produtos.

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E, para comprovar na prática, eu e um grupo de blogueiras fomos a um almoço em um espaço no Itaim, São Paulo, chamado Madame Aubergine, cozinhar a nossa própria refeição e testar os efeitos de Veja depois da bagunça e do preparo dos pratos na cozinha.

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O cardápio proposto era o seguinte: salada no pote, queijo coalho com melado de cana e alecrim, saladinha caprese no palito, risoto de parmesão com aspargos e crisps de parma e, por fim, creme brulée. Tivemos uma grande ajuda da chef Paula Belleza para o preparo das receitas e nos dividimos em estações mas, mesmo assim, a cozinha ficou uma bagunça e o Veja fez a sua parte.

Toda a linha Veja possui a tecnologia espumAÇÃO, que remove até as sujeiras mais difíceis sem precisar esfregar. Conseguimos ver de perto o Veja trabalhando – principalmente depois de fritarmos os bifes na frigideira – e comprovamos: funciona muito bem mesmo!

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Depois do encontro, trouxe alguns dos produtos para casa, para continuar com a praticidade da limpeza por aqui também.
Essa campanha é válida até dezembro e Veja garante: devolve o dinheiro na hora se você não aprovar o produto. Que tal testar agora mesmo sua eficiência por aí?

Conta aqui o que achou!

    Rafaela, terça-feira e um ponto de vista.

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    Começaram como colegas de trabalho mas logo se tornaram grandes amigas. Normal, visto que passavam ali quase dez horas por dia, todos os dias; uma de frente para a outra. Juliana e Rafaela eram personalidades e departamentos opostos. Almoçavam juntas, riam discretamente dos pequenos acontecimentos do escritório e caminhavam até o mesmo ponto de ônibus; diariamente. Dali pra frente, era cada uma por si.

    Rafaela chegava em casa, esquentava sua comida congelada – variação entre lasanha, macarrão e sopa, para os dias de preguiça. Lavava a louça, a roupa e passava o resto da noite deitada no sofá acompanhando os dramas das novelas até a hora de dormir. Em momentos de inspiração, lia algumas páginas de um romance – que está na cabeceira desde março – até pegar no sono. E sonhava com uma grande virada em sua vida, aquele dia em que tudo fosse mudar radicalmente e para melhor. Rafaela acordava em cima da hora, saía de casa com os cabelos molhados e o iogurte na mão. Batom se der tempo…. e brincos? Ufa, ainda bem que carregava sempre um par extra na bolsa. Sentava em frente ao computador já cansada, suspirando toda atrapalhada, reclamando do trânsito, da falta de água, da chuva, do sol, da terça-feira.

    Enquanto isso, Juliana já havia começado a trabalhar. Estava lá, cinco minutos antes de bater o ponto, organizando seus emails, pois sabia que atrasos eram imperdoáveis para o seu chefe. Usou o mesmo transporte que Rafaela, mas saía mais cedo para poder deixar seu filho na creche a tempo. E antes de sair de casa deixava a merenda pronta, a casa organizada e os cabelos escovados. E a vida não lhe dava descanso: duas vezes por semana frequentava a faculdade – curso de atualização, sempre bom “estar por dentro” das leis fiscais – preparava o jantar, ajudava o filho no dever de casa enquanto passava seus uniformes antes de lhe contar uma história para dormir. E para a vida, em troca ela sorria de volta sempre.

    Os dias de Rafaela e Juliana eram exatamente iguais: 24 horas em cada um deles. Uma delas, porém, sabia que a única certeza destes dias é a de que eles não voltam atrás, então lhe cabia aproveitar cada minuto e torná-los produtivos e inesquecíveis. Juliana vivia tudo intensamente e aproveitava todas as oportunidades. Rafaela, observava de seu sofá os dias de Juliana sem entender como ela conseguia fazer tanto com tão pouco.

    Um dia, Rafaela vai entender só depende dela mesma transformar uma simples e comum terça-feira em um dia especial.

      Afinal, o que é o sucesso?

      Certa vez, saí para jantar com alguns amigos da época da faculdade que a tempos não encontrava. E ao longo da noite, entre contar e ouvir as novidades da vida, notícias da família e conquistas pessoais além de nossas carreiras, começamos a conversar a respeito de nossas profissões e os caminhos que decidimos trilhar depois da formatura.

      Foi quando colocou-se à mesa a (polêmica) questão do sucesso. O que é ser alguém bem sucedido afinal? E falamos sobre salário, altos cargos, carros caros, casas grandes e (mais uma vez) dinheiro. A discussão, que a princípio parecia bem óbvia, tomou um rumo inesperado. O assunto se estendeu até a sobremesa: comi meu crème brûlée refletindo sobre o assunto quando um dos amigos sentados à mesa, acompanhado de uma xícara de café concluiu “sucesso não é ter um cargo como alto executivo em uma grande empresa e receber um salário milionário. Ser bem sucedido é honrar seu caráter e dar valor às pessoas ao seu redor.

      E desde então, fiquei refletindo sobre esse assunto. Sucesso, enfim, está ligado ao que somos e não àquilo que temos. Nunca acreditei que a felicidade estivesse relacionada ao dinheiro e ao status que ele pudesse trazer. Tudo isso é passageiro. Se sucesso é dinheiro, o que restamos se ficarmos sem ele? A vida é muito mais do que o material.

      Sucesso não é conquistar um cargo; é construir algo que possa durar mais do que nossa vida. É fazer a diferença e somar valor às pessoas além de nós mesmos. Ter sucesso é construir uma carreira pessoal e profissional baseada na ética e educação, livre de inimigos e com pessoas que lhe desejem apenas as melhores vibrações. Concluí afinal que sucesso é ter com quem contar nos momentos mais difíceis (inclusive aqueles em que nos falta dinheiro) e sentar à mesa aos domingos com uma família que se ama e se respeita.

      Sucesso não é ter a vida perfeita que acreditamos quando somos crianças: aquele clichê de emprego, carro, casa, casamento, filhos e um cachorro. Sucesso é muito mais do que isso. É ter a liberdade para escolher não seguir nenhum clichê. É fazer a diferença para o mundo em que vivemos à sua própria maneira. É ser feliz. E ponto.

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        Porque quinta não é sexta…

        … e toda semana me vem à cabeça este questionamento e a consequente frustração: porque quinta não é sexta?
        Quinta-feira é o dia da semana que eu mais odeio. E se pararmos pra pensar, é o dia mais inútil da semana. A gente está exausto da semana de 4 dias intensos de trabalho, estudos e afins mas não pode relaxar porque a semana ainda não acabou. Happy hour só pode acontecer se acabar cedo, porque chegar com cara estragada na sexta acaba com a imagem profissional de qualquer um. Se você ficar em casa e ligar a tevê não tem nada (nada mesmo) passando na programação. Isso também me remete à pergunta: porque eu assino tantos canais se na hora de assistí-los são sempre as mesmas opções?
        Os piores problemas do trabalho sempre acontecem entre quarta e quinta-feira. Reparem: ninguém tem nada sério, grave ou urgente pra resolver na sexta (muito menos na segunda). Você começa a planejar seu final de semana mas não pode confirmar nada, porque não sabe como vai ser seu dia seguinte.
        Feriado na quinta? Pra quê?  Não dá pra emendar o feriado prolongado; ou seja, pode esquecer aquela viagem pra praia.

        Sim, estou de mau humor. Não estou mais suportando o tempo seco de São Paulo e ainda saber que não há previsão de chuva para a próxima semana. Namorido me acordou hoje com o despertador às 05h20, 05h30, 05h40 e depois não consegui mais pregar o olho. Cheguei no trabalho sem internet, sem email, sem sistema e com todos os problemas urgentes pra resolver pela manhã. E minha irmã está indo de férias para o Caribe enquanto eu estou aqui nesse deserto cinza. É, tá difícil ser otimista hoje. Vou ter que me enfiar nas comidas gordurosas e nos doces. Ou ir ao shopping fazer compras. Isso com certeza vai animar o meu dia. Humpf!

        Lição do dia: alguém já inventou o despertador na função “mute”?
        Fonte: Gi e Kim