Cozinhando por indução

 

Depois da viagem que fiz para o sul do Brasil para conhecer uma das fábricas da Tramontina, trouxe de presente na mala um cooktop! Isso mesmo, um cooktop portátil de uma boca por indução. Eu nunca tinha cozinhado por indução antes, então acho que vale a pena compartilhar a experiência por aqui e apontar as principais diferenças com o fogão comum.

Durante a viagem, tivemos um workshop rápido sobre o cozimento por indução.
Uma das principais características deste tipo de cozimento é o tipo de panela a ser utilizada no preparo dos alimentos. Isso porque, o funcionamento é baseado na geração de um campo eletromagnético, gerado entre a bobina elétrica localizada abaixo da superfície vitrocerâmica com a base da panela. Desta forma, a panela aquece quase que de imediato, transmitindo este calor para o alimento que é aquecido com maior rapidez e com um desperdício de calor quase nulo, já que a superfície vitrocerâmica somente se aquecerá na região coberta pela base da panela.

Portanto, vale a pena tentar colocar um imã de geladeira no fundo da panela antes de usá-la no cooktop por indução. Se o imã fixar, pode usar! 🙂
Os tipos de panela ideal para cozinhar por indução são: aço inox, ferro fundido e fundo triplo.

Outro ponto importante: as panelas também devem ter o fundo plano, para que entrem totalmente em contato com a superfície do cooktop e o alimento seja cozido por igual.

As principais vantagens do cooktop por indução são:
Segurança: este tipo de cooktop só funciona quando a panela apropriada é colocada sobre ele. Este modelo da Tramontina mantém toda a superfície em temperatura ambiente, aquecendo apenas o local onde a panela está, evitando riscos de queimadura. Além disso, possui desligamento automático.
Rapidez: a panela para fogão de indução aquece muito mais rápido e de forma uniforme do que um fogão tradicional, reduzindo o tempo de preparo e cozimento de alimentos.
Economia: como não precisa de gás para funcionar, basta apenas ligar na tomada.
Limpeza: como possui superfície de vidro, apenas um pano úmido basta para deixá-lo limpo.

Veja abaixo as características e especificações do modelo do cooktop Tramontina que tenho por aqui:

Dados técnicos do cooktop Tramontina:

Informações Gerais
– Mesa vitrocerâmica
– Funcionamento elétrico por indução.
– Display digital com comando touch
– 8 níveis de temperatura
– 9 funções: Sopa, No vapor, Refogar, Fritar, Ferver, Panqueca, Cozimento lento, Manter aquecido e Alta temperatura
– Função Timer
– Desligamento automático de segurança.
– Tensão: 127V
– Frequência: 50 / 60 Hz.
– 1 área de aquecimento para panelas com diâmetro min:12 cm e máx:20 cm
– Potência da área: 1 x Ø 200 mm: 1,30 kW

Recomendações de Uso
– O Cooktop Portátil por Indução funciona em 127 V ou em 220 V, não é bivolt.
– Não utilize o cooktop com panelas de diâmetro superior a 200 mm.
– Não utilize o cooktop sobre superfícies metálicas como por exemplo, pias e bancadas de aço inox.
– Não bloquear as aberturas de entrada e saída de ar, a fim de evitar danos no aparelho.
– O cooktop portátil por indução, não deve ser instalado embutido.
– Nunca utilizar a mesa vitrocerâmica como superfície de trabalho ou para apoiar objetos.
– Se for percebida qualquer rachadura na mesa vitrocerâmica, desligar imediatamente o produto e desconectar da rede elétrica.
– Pessoas que utilizam marca-passo e próteses metálicas devem consultar um médico antes de utilizar o cooktop por indução.
– Colocar sempre a panela no centro da área de aquecimento.
– Para o correto funcionamento do cooktop é necessário que o fundo das panelas contenha materiais de indução magnética, ou seja, metal ferroso. As panelas mais indicadas são as de aço inox ou de ferro.
– As panelas utilizadas no cooktop por indução devem ter o fundo plano, para que fiquem em contato com toda a área de aquecimento.
– Utilize um imã para verificar se a panela é adequada para o cooktop por indução. Se o imã for atraído pela base da panela, esta é apropriada para este tipo de aparelho.
– Panelas que não devem ser utilizadas: barro, vidro, alumínio, cerâmica, cobre e outros materiais não magnéticos.
– A limpeza da superfície vitrocerâmica deve ser realizada sempre com ela fria. Entretanto, quando objetos plásticos, folhas de alumínio, e alimentos que em sua composição contenham açúcar, entrarem em contato com a superfície vitrocerâmica aquecida, será necessário retirar estes resíduos enquanto ela estiver quente, utilizando uma esponja macia umedecida com água.
– Após a superfície vitrocerâmica esfriar, poderá não ser possível remover estes resíduos derretidos (açúcar, plástico ou papel alumínio).
– Para uma limpeza perfeita a Tramontina disponibiliza a venda da pasta de limpeza, para polir e remover manchas em superfícies de vidro / vitrocerâmicas

Peso: 2,25 kg
Comprimento: 290 mm
Largura: 360 mm
Altura: 45 mm
Garantia: 12 meses

E aí, você já teve esta experiência de cozinhar por indução?
O que achou? Conta aqui 🙂

    Vídeo novo: viagem Tramontina

     

    E hoje tem vídeo novo no ar!

    Na semana do dia 5 de março fui convidada pela Tramontina para conhecer a TEEC – fábrica que produz os equipamentos de cozinha da marca – em Carlos Barbosa, no Rio Grande do Sul.

    Com uma estrutura moderna, grande parte da fábrica é automatizada e robotizada. São produzidos diariamente mais de 7 mil itens entre pias, cubas, tanques, coifas, cooktops, fornos, lixeiras, cachepôs e acessórios.

    A Tramontina atua no mercado brasileiro e no exterior com 10 fábricas no Brasil (sendo 8 no estado do Rio Grande do Sul) e 16 centros de distribuição fora do país. É uma empresa familiar com mais de 107 anos de compromisso com o cliente e com a gestão da qualidade.

    No dia da visita foi possível acompanhar a produção de coifas (única empresa no Brasil com produção de coifas no próprio país) e comprovar a qualidade e o carinho com o que tudo ali é desenvolvido.

    Além disso, pudemos conhecer a loja conceito da Tramontina em Farroupilha e se apaixonar pelas pessoas e pelas cidades gaúchas.

    Aperta o play e vem comigo nessa viagem!

    E aí, o que achou desta viagem?

    Corre pro canal da Casa da Caubi no Youtube e se inscreva pra receber as novidades antes de todo mundo! 🙂

      Recebendo com queijo: qual a faca certa?

       

      Se você ama queijos ~ assim como eu ~ e sempre se confunde como montar uma tábua com as facas corretas, #tamujunto! Eu não sabia qual faca usar com qual tipo de queijo, até receber em casa o kit de queijos Pollywood da Tramontina. Este kit vem com 5 facas e um mini manual para te ajudar na hora de servir. Eu amei e decidi compartilhar por aqui o uso correto de cada faca para que possamos consultar sempre que precisar montar uma mesa para receber os amigos e a família em casa.

       

      Onde usar qual faca?
      Faca para queijos semiduros e duros: gruyere e gouda

       

      Faca para queijos duros: parmesão

       

      Facas para queijos semiduros e moles: gorgonzola, camembert, brie

       

       

      Garfo para todos os tipos de queijo

      Aproveitei estas dicas no encontro “Home Secret Home” ao servir os queijos nas tábuas. Vale lembrar que cada formato de queijo também tem seu jeito correto para ser cortado.

      • Queijos redondos: Brie, Gruyere, Gouda, Minas e Camembert. São cortados em triângulos, a partir do centro. Então, estes triângulos podem ser cortados em fatias mais finas no sentido do centro para a crosta;
      • Queijos retangulares: Muçarela e Prato. Devem ser cortados em fatias grossas e depois em tiras;
      • Queijos em forma de pirâmide: Cabra. Geralmente são cortados a partir da parte alta para baixo, onde cada pedaço será um triângulo;
      • Queijos cilíndricos: Provolone. Devem ser cortados em fatias grossas e depois, cada fatia cortada em triângulos menores;
      • Queijos duros: Parmesão. Utilize a faca apropriada para este tipo de queijo e, com a sua ponta, quebre em pedaços irregulares.

      E aí, o que achou destas dicas para deixar sua mesa ainda mais bonita e funcional? 🙂