Um brinde à amizade: risoto de queijo pecorino com presunto parma

 

Este post é um brinde ao blog e aos amigos que conquistei através da internet. Quando a gente acha que a tecnologia afasta as pessoas, eu posso garantir que por aqui, ela só me aproximou de gente muito bacana ao redor do Brasil e do mundo. Além de seguidores que se tornaram amigos, fiz amigos dos quais eu era fã. E algumas coisas nessa vida realmente não tem preço.

E foi justamente o que aconteceu comigo e com a Bru! Há menos de um ano uma nem sabia da existência da outra e hoje a gente não fica um dia sequer sem se falar! A vida surpreende e o universo se encarrega de trazer pessoas com as melhores energias para dentro da nossa casa.

E há algumas semanas a gente se encontrou e foi incrível! Cozinhamos juntas e o resultado é este aqui: um risoto de queijo pecorino com presunto parma incrível!
Mal posso esperar pelo próximo encontro para fazer coisas ainda mais gostosas. E, enquanto o próximo jantar não acontece, deixo aqui para vocês a receita deste risoto para testar por aí.

Ingredientes:
1 colher de manteiga
½ cebola cortada em pequenos cubinhos
½ dente de alho picadinho
1 xícara de arroz arbóreo ou arroz carnaroli
1 xícaras de vinho branco
200ml de caldo de legumes
200g de Queijo Pecorino Casa da Ovelha
100g de Presunto de Parma

Modo de fazer:
Coloque a manteiga em uma panela funda e deixe derreter. Acrescente a cebola e o alho e deixe refogar até que fiquem transparentes. Coloque o arroz e refogue até que a manteiga envolva toda a quantidade de arroz. Coloque o vinho branco e deixe evaporar um pouco. Está pronto quando você não sente mais o cheiro do álcool saindo da panela.

Em seguida, comece a colocar o caldo de legumes. Pode colocar umas 2 conchas cheias pois no começo, o arroz precisa de líquido para cozinhar e a partir da terceira vá colocando de uma em uma concha, lentamente e mexendo sempre.

Quando sentir que o risoto está quase no ponto, que é sempre al dente, acrescente o queijo, desligue o fogo e misture até que tudo esteja derretido. Para finalizar, acrescente o Presunto de Parma cortado em pequenos pedaços e pronto!

Rendimento: 4 porções

Dicas da Bru: “o ponto do risoto é sempre al dente, o que significa que ele é sempre meio durinho mesmo, tem que haver uma resistência quando o grão é mordido. Na dúvida, sempre prefira desligar o risoto mais durinho do que deixar cozinhar demais e passar do ponto ok? Se o grão cozinhar demais fica grudento e você não vai apreciar seu prato.

Acrescente um pouco de parmesão ao invés de manteiga para finalizar. Normalmente as receitas indicam a manteiga para finalizar o risoto, mas isso deixa os grãos oleosos demais e o prato acaba ficando um pouco gorduroso. Ao invés dela, acrescente o parmesão e dê apenas uma mexida na panela, com o fogo já desligado. Isso vai fazer com que seu risoto fique cremoso sem ficar oleoso! Essa dica vale ouro! 🙂

Faça seu próprio caldo de legumes! É infinitamente mais saudável e acrescenta um sabor bem mais elaborado no seu prato!”

E aí, o que achou desta receita?
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      Sobre as desculpas que a gente inventa

      Viagens, reuniões, trabalho. Academia, mercado, aula de inglês. Filhos, gripe e cansaço. Muito para fazer e quase nunca sobra aquele tempinho para encontrar as pessoas entre nossas tarefas diárias.

      Somos atropelados pela rotina e a tecnologia se torna cada vez mais uma desculpa para adiarmos o encontro entre olhares e abraços: telefone, email, mensagem e whatsapp. Tenho amigos que não vejo pessoalmente há meses mas falo pelo celular quase que todos os dias.

      Sinceramente, acho fica faltando alguma coisa; a mensagem nos aproxima de quem está longe mas também deixa um espaço em branco para aqueles que estão perto. Um olhar, um toque, uma risada. Ver um amigo é muito diferente do que falar com um amigo. É a presença que faz toda a diferença: a leveza do encontro e a satisfação de estar junto.

      Mais do que estar sempre online, eu preciso estar perto daqueles que fazem parte da minha vida, nem que seja esporadicamente. E quem quer estar comigo, sempre dá um jeito de fazer acontecer. Sair para jantar, tomar um café, ir ao cinema, andar no parque ou um “tô passando aí”. Existe frase melhor do que “estou com saudades”?

      Nessa correria de muitos compromissos para poucas horas, talvez seja um privilégio ter com quem se encontrar no final do dia, conversar olho no olho e tocar nas mãos do outro. Talvez seja isso que nos falte para tornar os dias menos difíceis e as vidas menos amargas. A doce voz de um amigo resolve quase tudo – porque aquilo que a conversa não resolve, o abraço com certeza vai dar conta de solucionar.

      Acredite: aquele que tem um tempo para te encontrar na alegria com certeza será aquele que irá te encontrar e te dar apoio na tristeza. Estas pessoas são raras no mundo e são aquelas de maior valor. Valorize aquele que te quer na sua vida. Porque quem quer, arranja um jeito. Quem não quer, arranja uma desculpa.

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        Não temos wi-fi

        A reflexão de hoje começa dentro do elevador do meu prédio. Em minha tentativa de ser agradável e começar o dia espalhando boas energias, fiquei desapontada quando fui praticamente ignorada pelo meu vizinho, que preferiu interagir com seu celular smartphone e suas redes sociais ao invés de retornar meu animado “bom dia”. O único alívio é que moro no segundo andar, então o silêncio foi mini constrangedor e deu tempo para que eu pudesse abaixar a cabeça e continuar a vida.

        Mas afinal, o que está acontecendo com a gente? Desde quando o mundo virtual se tornou mais importante e representativo do que o real?

        Celular na escola, no trabalho, na balada e no bar. À mesa do almoço, na reunião de amigos e nos encontros amorosos. Atualmente deixar o aparelho na bolsa durante um compromisso é quase uma prova de amor. Desligado então, nem pra ir à missa com a vó. E é o que eu tenho tentado fazer: me desintoxicar, desconectar e me libertar. Mas também não vou mentir. Meu celular me acompanha em todos os lugares onde eu vou. Tenho carregador em casa, no trabalho e no carro. Tenho cinco endereços de emails diferentes, duas contas de Facebook e Instagram. É praticamente um sofrimento ficar offline.

        Mas, quando estou acompanhada, a outra pessoa merece 100% da minha atenção, minha companhia e, acima de tudo, minha presença. Porque se eu não estiver por inteira ali, estarei jogando tempo fora. O meu tempo e o do outro, tornando assim tudo muito desnecessário.

        Por isso, (hoje em dia) eu prefiro optar por uma vida com menos wi-fi, ou pelo menos com o uso racional deste instrumento. Uma vida com mais troca de olhares, gestos e abraços. Onde os emoticons possam ser visualizados pessoalmente e as únicas abreviações sejam de espaço físico. Sentir o frio na barriga e chorar de rir só tem graça acompanhado.

        Sou a favor da internet, quando esta for a minha única opção de companhia.

        wi-fi
        Imagem: Café com verso