Vídeo novo: um dia no Parque da Mônica

 

Para comemorar o dia das crianças, que tal embarcar nesta aventura com a gente? Eu, Max e Carol passamos o dia no Parque da Mônica e mostramos alguns dos brinquedos no novo vídeo do canal. Aperta o play e venha se divertir também:

Parque da Mônica
Endereço: Shopping SP Market – Av. das Nações Unidas, 22.540 São Paulo
Horário de funcionamento: de terça a domingo, consulte os horários aqui
Tel.: (11) 5541-2531
Ingressos: compra direto na bilheteria do parque, com validade de 30 dias
Valores: ingresso individual R$ 154 (meia entrada R$ 77). Pacote para duas pessoas R$ 198, três pessoas R$ 294, quatro pessoas R$ 388 e cinco pessoas R$ 480. O pagamento pode ser feito com dinheiro, cartão de débito ou crédito, podendo ser parcelado em até 5 vezes sem juros.

    Dia da criança: San

    Por San.

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    “Eu nasci e cresci na mesma rua que meu pai nasceu; a rua onde eu moro tem uma carinha de interior, pois ela é uma rua sem saída onde a maioria dos moradores mora lá “desde sempre” por isso nos formamos uma grande família. Na rua todos se conhecem e se ajudam, quando eu era criança (muito antes do tempo que todo mundo tinha celular) se eu ficasse para fora de casa, era só bater na porta de alguma vizinha que eu tinha abrigo para esperar a minha mãe voltar para casa e até hoje se eu vou fazer uma receita e falta algum ingrediente é só passar a mão no telefone que com poucos passos eu consigo o que preciso rsrsrs.

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    Na época de Festa Junina a gente sempre se reunia e cada vizinho dava um pouco de madeira, uma mesa, algumas cadeiras e um prato de comida e a festa estava feita. Meu pai fazia as bandeirinhas e a gente enfeitava a rua toda, era um final de semana inteiro de festa junina com todas as danças, comes e bebes que tínhamos direito.

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    Nas férias era a maior farra, os meninos pintavam a rua como quadra de futebol e tinham uma rede de vôlei, brincávamos de taco, pega-pega, ‘polícia e ladrão’ e pega-bandeira; o video game era só mais um brinquedo, a gente gostava mesmo era de brincar na rua e nos dias de calor minha mãe enchia a minha piscina ou eu ia na piscina de algum vizinho (sabe aquela regan que você monta e enche? Então na rua tinham várias rsrsrs)

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    Infelizmente nessa época não tirávamos tantas fotos como hoje por isso a maioria desses momentos ficou registrado apenas na memória ou em fotos que eu não estou liberada para postar rsrsrs…

    Os aniversários eram preparados em conjunto, eu faço aniversário na mesma época que outras duas vizinhas, aí a minha mãe e a mãe e avó delas ficavam um mês antes preparando tudo, era praticamente uma festa à parte… enfeites de isopor, disco da Xuxa, docinhos, bexigão com doces, lanche de carne louca e tudo mais  que uma festa de criança tem direito”

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      Dia da criança: Peu

      Por Peu.

      “Avaré, 28 de agosto de 1990. No rádio devia estar tocando ‘Pense em Mim’ do Leandro e Leonardo ou ‘Evidências’ do Chitãozinho & Xororó, chovia na cidade e nascia essa figura que vos escreve. O mais velho e mais simpático (só quando queria rsrsrs) de três irmãos, o único dos três que morou efetivamente em Avaré, mesmo que por pouco tempo.

      Ainda pequeno nos mudamos para São Paulo. Agora éramos apenas eu, meus pais e meus irmãos. Bem diferente para quem estava acostumado a estar sempre rodeado por uma grande família e sempre que possível no sítio do meu avô. Para ser sincero não tenho muitas lembranças, mas acho que me acostumei até que rápido.

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      Eu, Augusto e João

      Gordinho com o cabelo tigelinha e sempre uma simpatia. Na verdade pelo que minha vó e minhas tias contam eu era bem “azedo” às vezes. Minha vó diz que desde pequeno dava pra saber como estava meu humor; era só olhar para minhas sobrancelhas. Quando elas estavam arcadas e juntas era melhor nem mexer comigo (acho que vale até hoje isso rsrsrs).

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      Tio Mario e eu. Saudades!

      Um exemplo da minha cara de poucos amigos rsrsrs. Uma coisa é certa, sempre fui uma pessoa bem transparente e nunca fui muito fã de igrejas.

      Mesmo morando em São Paulo sempre que possível voltávamos para Avaré, principalmente em datas comemorativas. Essas com certeza são a maioria e melhores lembranças. Adorava ir ao sítio do meu avô para andar a cavalo, ficar no meio dos bichos e comer frutas direto do pé. Tanto que quando eu era criança eu tinha minha própria sela infantil e sempre voltávamos cheios de caixas de frutas para a casa das minhas avós.

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      Jabuticaba =D

      Felicidade era o aniversário cair no final de semana para poder viajar e comemorar com bolo da vó, decoração da tia e junto com toda a família. Poder roubar aquele brigadeiro de cima da geladeira, com a ajuda de algum tio ou com mais de um.

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      Cau, Eu e a Bia primos com quase a mesma idade

      Olhando fotos antigas parece que foi a tanto tempo, que está tão longe, algumas vezes é difícil até me reconhecer. Mas tem algumas fotos que é fácil eu me reconhecer e até explicam um pouco quem eu sou hoje e de onde começaram algumas características. Desde pequeno com a viola no colo e com a caneca na mão.

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      Para terminar uma foto feliz em família. Uma das coisas que não vemos mais por aí com o surgimento das maquinas digitais. Antes você tirava a foto e não tinha muita noção de com ficou, nem ficava tirando fotos iguais para não desperdiçar o filme. Tempo depois quando mandava revelar apareciam algumas coisas dessas, isso quando não saía alguém de olho fechado ou com uma mega careta, ou cortavam parte da sua cabeça.

      Aproveitem o dia das crianças!!!

      Grande abraço e até a próxima.”

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        Dia da criança: Caubi

        Nesta semana, mais do que nunca, bate aquela vontade de voltar no tempo e ser criança… nem que seja por um pouquinho só! E para matar as saudades na semana das crianças nós iremos abrir nossos álbuns de família do blog e contar um pouquinho dessa época de brincadeira sem tecnologia, choro de fome e briga com irmãos por canetinhas coloridas.

        Eu nasci no Carnaval de 1986, às 17h do horário de verão e sou a primeira filha de um casal recém casado, que morava na zona sul de São Paulo. Meus pais são de Monte Azul Paulista, interior do estado, e talvez seja por isso que carrego muitos hábitos e manias de uma criação meio caipira. Sempre vivi em um ambiente de classe média, onde presentes se ganhavam em datas especiais e festas eram feitas em casa, com a colaboração de toda família.

        Este aí embaixo, é o Jonas. Um dos meus primeiros presentes e companheiros – presente do meu pai, que está na casa da minha mãe até hoje. Intacto. Talvez ele ainda represente muito por isso tive que mantê-lo por perto.

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        Estes são meus pais no maior estilo da década de 90. Ombreiras, linho, bigode, óculos redondos e cabelos sem alisamento. Ah, e meias na altura dos joelhos. Sim, vivi a época em que tiara e laços eram acessórios para ocasiões especiais. Assim como frufrus, pulseiras de corda de violão e silicone colorido. Quanto mais, melhor.

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        As minhas maiores lembranças da infância são as festinhas de aniversário. Nunca tive festa em buffet; quem tinha era muita riqueza… ou seja, fui em pouquíssimas enquanto era criança. Nas festas em casa tinha muito isopor, bala de coco, painéis combinando com a mesa, babados de crepom e carne louca. Ah, tinha mini hot dog e gelatina nos potinhos com velas individuais para cada criança apagar a sua. A alegria da festa era estourar o bexigão cheio de doce e se matar para conseguir uma 7 Belo ou um Dadinho. Brigadeiro só no final da festa, depois que o disco da Xuxa parasse de tocar.

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        Quando tinha quase quatro anos minha irmã nasceu. Quando ela veio, ganhei uma cabeça de Barbie gigante para brincar de cabeleireiro e fazer maquiagem. Quem lembra? Confesso que muitas vezes desejei que a cabeça fosse minha única companhia… rsrsrs

        Acho que depois do grande trauma de ter a atenção dividida, me acostumei com a ideia de uma irmã. Fui para a escola e aprendi a conviver ainda melhor com outras crianças. Mordidas, choros e tombos depois, inevitavelmente a gente aprende a gostar.

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        Alguns anos depois, em fotos e álbuns de família, começamos a perceber que minha mãe me vestia com as mesmas roupas que a minha irmã! Tipo gêmeas. Com uma única diferença: era era MUITO maior, o que me deixava com cara de “bocó”. Minha sorte que fui perceber muito depois, mas para quem percebeu antes de mim com certeza deve ter achado no mínimo estranho…

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        Acima de tudo, acredito que sempre fui uma criança corajosa. Quando vejo fotos antigas dos brinquedos que eu tinha fico impressionada em ver como brincava com maturidade com bonecos como Fofão, Baby (da família Dinossauro), Pula Pirata e a Xuxa – daquela com botas de couro preto! Não sei se conseguiria me divertir atualmente com uns brinquedos destes. Ainda bem que Vovó Mafalda se aposentou, Sérgio Mallandro parou de gritas e o Fofão aí da foto tomou um rumo diferente do meu 😛

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        Brincadeiras e brinquedos à parte, minha infância ficou marcada pelo apoio constante dos meus pais em busca dos meus sonhos. Nunca fiz ginástica, balé ou futebol. Mas sempre gostei de música e meus pais – e toda família que acompanhava em todas as apresentações – sempre me incentivaram a tocar piano, instrumento que faz parte da minha vida até hoje.

        Acredito que trazemos de nossa infância muito do que somos hoje; todas as lembranças são importantes para nossa formação como pessoa, cidadão e futuros responsáveis pela formação de outras pessoas. Que o dia das crianças nos lembre como é importante aproveitar a infância intensamente, como criança pois tudo tem o seu tempo certo e nada nesta vida é para sempre. Aproveite.

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