Um dia com Giulietta

 

Depois de Milão, a próxima parada foi Verona. Saímos bem cedo de Milão e em aproximadamente 1h30 chegamos ao nosso destino. Como iríamos passar apenas algumas horas na cidade (e seguir viagem para Veneza), teríamos que ser objetivos no roteiro e nos passeios.

Assim que chegamos à estação, deixamos as malas em um guarda-volumes para poder andar tranquilamente pela cidade, sem carregar peso desnecessário por aí.

Pausa para um lembrete: se você estiver pensando em fazer uma viagem de longo percurso e de trem, pense bem na organização das malas. Eu levei uma mala razoavelmente pequena para o tanto de coisa que fui carregando ~ e comprando ~ ao longo da viagem, o que atrapalhou muito! E, justamente em Verona, tivemos a ‘sorte’ de a escada rolante da estação estar quebrada… ou seja, tivemos que subir e descer escadas enormes com as malas embaixo do braço. Literalmente! Malas com rodinhas que giram 360 graus e fáceis de carregar são uma questão de sobrevivência! 

Mapa em mãos, era hora de explorar a cidade mais romântica da Itália!

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E tudo em Verona parecia inspirar o amor. Flores nas varandas, bancas de frutas e paralelepípedos no chão. Tudo aquilo que a gente imagina em filmes ~ principalmente se você assistiu e adorou a história de ‘Cartas para Julieta’ ~ é o que encontrei em Veneza: bucólica, tranquila e romântica.

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Nós caminhamos da estação de trem até a Piazza Brá, um dos principais pontos da cidade, repleto de restaurantes, cafés e lojas. Ali também fica a Arena Verona que é a segunda maior da Itália (só ‘perde’ para o Coliseu) e uma das mais conservadas. Como não tínhamos muito tempo, não conseguimos entrar mas mesmo assim deu para ter uma ideia da imponência e da estrutura do local.

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Da Piazza Brá, nós pegamos um ônibus de turismo que percorre a cidade toda e passa nos principais pontos turísticos. Esse passeio vale a pena se você tem pouco tempo para conhecer um lugar e/ou precisa se ambientar à cidade que está visitando.

Apesar de super frio, o dia estava realmente lindo: aquele céu azul e vento no rosto de primavera. Porém, a cidade estava bem lotada porque era domingo de Páscoa e o principal ponto turístico da cidade estava quase intransitável 🙁 não sei como é em outras épocas do ano mas a Casa di Giulietta era com certeza o lugar mais concorrido de Verona. E, já que eu estava lá, precisava passar pelo lugar que inspira tanto amor e pedir uma ajudinha pra Giulietta né?

A casa é na verdade um museu, que conta a história escrita por Shakespeare. E, para chegar ao museu é preciso passar por um enorme corredor onde os casais apaixonados escrevem nas paredes declarações de amor. Ao fundo, é possível encontrar a varanda em que Giulietta ficava ouvindo as declarações de Romeo, cercada por paredes repletas de bilhetinhos e cadeados.
Ainda, tem uma estátua de Giulietta de bronze e segundo a lenda, quem passar a mão em seu seio direito tem sorte no amor; infelizmente estava tão cheio que não consegui chegar nem perto da estátua: espero que isso não tenha influência na minha vida amorosa! rsrsrs…

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E você, já foi para Verona? Gostou? Conta aqui 🙂
Continue acompanhando a minha aventura pela Itália. Próxima parada: Veneza!

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    Paulista de sotaque e raízes caipiras. Aquariana, corinthiana, administradora, eterna romântica e dona de casa amante de panos de prato, potinhos e canecas. Um pouco fotógrafa, aprendiz de escritora, cozinheira em evolução e sempre otimista. Dramática e criativa, atravessando os 30 com histórias [quase] normais.

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