Há flores em tudo o que eu vejo

 

Fortes emoções. É o que resume meu final de semana, com boas notícias, várias surpresas e lágrimas de alegria. Aquele que começou com encontros incríveis, matando as saudades de pessoas queridas e terminou no cinema, com o filme “Como eu era antes de você” ~ snif, que me deixou emocionada até agora!

E algumas coisas acontecem em nossa vida justamente para trazer aquelas respostas que a gente tanto procurou e nunca soube onde encontrar. “Quando a gente menos espera, as coisas boas acontecem” se tornou minha filosofia e acredito que quando a gente sorri e faz o bem, o bem dá um jeitinho de encontrar a gente de volta.

Ao longo dos últimos anos muita gente entrou (outras voltaram) e algumas saíram da minha vida. Perdi pessoas importantes que a morte levou e outras que as redes sociais me permitiram excluir. Cheguei à conclusão de que quero perto de mim apenas quem me quer ao lado.

Porque aqueles que nos querem bem são as melhores pessoas. Aqueles que querem nos ver felizes e torcem para que a vida siga sempre em frente e de cabeça erguida. É o que a gente chama de amigo: que nunca abandona, dá bronca quando a gente erra, mas estende sempre a mão para ajudar a nos levantar. Amigo comemora cada etapa da vida, compartilha a felicidade e sempre tem aquele abraço para aquecer o coração quando a gente mais precisa.

Talvez tenha aprendido com o filme de ontem que as pessoas entram e saem de nossas vidas para que possamos aprender com elas, tanto do lado positivo quanto do negativo. Hoje posso dizer que aqueles que estão por aqui me tornam uma pessoa melhor diariamente e não importa o motivo ~ ainda estou tentando descobrir as minhas qualidades ~ tem algumas pessoas por aí que me querem por perto.

Eu sei que nem todos os dias são flores, mas devemos procurar enxerga-las em tudo o que a gente vê. Assim, a jornada da vida será mais bonita, principalmente para quem percorre este caminho ao seu lado. Porque não importa quem entra nem quem sai. O importante são aqueles que ficam.

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    Paulista de sotaque e raízes caipiras. Aquariana, corinthiana, administradora, eterna romântica e dona de casa amante de panos de prato, potinhos e canecas. Um pouco fotógrafa, aprendiz de escritora, cozinheira em evolução e sempre otimista. Dramática e criativa, atravessando os 30 com histórias [quase] normais.

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