Por favor, pare.

 

Por favor, pare. Chega de julgar a felicidade de outras pessoas baseada em suas próprias crenças. Apenas pare. E deixe cada um ser feliz do jeito que bem entender. A vida não é um comercial de margarina. Ainda bem! Deixa cada um escolher o seu café da manhã e ser feliz: porque além da margarina, há o requeijão, cream cheese e a manteiga. E tem aqueles que gostam de comer o pão puro. E pronto. A felicidade é simples… a gente que complica demais.

Cada vez mais, sou adepta à crença de que não existem regras para seguirmos os caminhos da vida. Casar, ter filhos, uma carreira de sucesso, viajar o mundo. Quais são as suas metas e seus objetivos? “O que te faz feliz?”

Eu simplesmente cansei de ser cobrada para ter namorado, filhos, cargos cheios de títulos elegantes e a me contentar com qualquer migalha que a sociedade quer. Talvez, estivesse nos círculos de pessoas erradas, que acreditam que felicidade é uma fórmula e que devemos seguir os mesmos passos.

Quando passei a acreditar que a felicidade é ser verdadeiro com seu coração, sua alma e suas atitudes, a vida se tornou mais leve. E já não me importo mais com julgamentos daqueles que não conhecem a minha história.

Talvez não esteja faltando amor no mundo. Falta compaixão entre as pessoas. Colocar-se no lugar do outro, entender o outro e, acima de tudo, respeitar as decisões de cada um. Eu sei que não é fácil, mas precisamos tentar viver sem preconceitos e com liberdade para escolher ser o que quisermos.

A vida é muito curta para ignorar o sentimento das pessoas e reprimir suas vontades. Seja feliz, mas também deixe que o outro seja feliz. Cada um à sua maneira.

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    Paulista de sotaque e raízes caipiras. Aquariana, corinthiana, administradora, eterna romântica e dona de casa amante de panos de prato, potinhos e canecas. Um pouco fotógrafa, aprendiz de escritora, cozinheira em evolução e sempre otimista. Dramática e criativa, acabou de chegar aos 30 com histórias [quase] normais.

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